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O Grito do Corvo

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Os piratas do Rouxinol veem-se cada vez mais longe de saquear o ouro da galé castelhana Niña del Mar devido aos estragos causados pela violenta tempestade que se abateu sobre o barinel. A descoberta da identidade de Leonor faz com que Corvo queira regressar de imediato aos Açores, para entregá-la à guarda do pai. Porém, a tripulação discorda e o caos instala-se a bordo. O Os piratas do Rouxinol veem-se cada vez mais longe de saquear o ouro da galé castelhana Niña del Mar devido aos estragos causados pela violenta tempestade que se abateu sobre o barinel. A descoberta da identidade de Leonor faz com que Corvo queira regressar de imediato aos Açores, para entregá-la à guarda do pai. Porém, a tripulação discorda e o caos instala-se a bordo. O que Leonor mais deseja é lutar ao lado dos companheiros e recuperar a confiança de Corvo. No entanto, Tomás Rebelo continua a precisar dela para alcançar o propósito funesto que o levou a assenhorear-se de Águas Santas. Conseguirá Leonor chegar incólume à misteriosa ilha das Flores, conhecer o Açor e abraçar a irmã, ou acabará abandonada por Corvo, à mercê dos caprichos do abominável Tomás Rebelo?


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Os piratas do Rouxinol veem-se cada vez mais longe de saquear o ouro da galé castelhana Niña del Mar devido aos estragos causados pela violenta tempestade que se abateu sobre o barinel. A descoberta da identidade de Leonor faz com que Corvo queira regressar de imediato aos Açores, para entregá-la à guarda do pai. Porém, a tripulação discorda e o caos instala-se a bordo. O Os piratas do Rouxinol veem-se cada vez mais longe de saquear o ouro da galé castelhana Niña del Mar devido aos estragos causados pela violenta tempestade que se abateu sobre o barinel. A descoberta da identidade de Leonor faz com que Corvo queira regressar de imediato aos Açores, para entregá-la à guarda do pai. Porém, a tripulação discorda e o caos instala-se a bordo. O que Leonor mais deseja é lutar ao lado dos companheiros e recuperar a confiança de Corvo. No entanto, Tomás Rebelo continua a precisar dela para alcançar o propósito funesto que o levou a assenhorear-se de Águas Santas. Conseguirá Leonor chegar incólume à misteriosa ilha das Flores, conhecer o Açor e abraçar a irmã, ou acabará abandonada por Corvo, à mercê dos caprichos do abominável Tomás Rebelo?

30 review for O Grito do Corvo

  1. 4 out of 5

    Maria Espadinha

    Amor, Magia e Pirataria Há os piratas do Halloween e os piratas verdadeiros Há as donzelas fidalgas e as não fidalgas E há o Amor — aquele inusitado sentimento que teima em manifestar-se nas mais impróprias circunstancias, como se afigura no presente caso particular: Leonor, uma donzela bem nascida, perde-se de amores por um pirata apodado Corvo. Tal paixão, entre uma fidalguinha das verdadeiras e um pirata que não frequenta o Halloween, dir-se-ia condenada ao insucesso, mas… como todo o amor que se Amor, Magia e Pirataria Há os piratas do Halloween e os piratas verdadeiros Há as donzelas fidalgas e as não fidalgas E há o Amor — aquele inusitado sentimento que teima em manifestar-se nas mais impróprias circunstancias, como se afigura no presente caso particular: Leonor, uma donzela bem nascida, perde-se de amores por um pirata apodado Corvo. Tal paixão, entre uma fidalguinha das verdadeiras e um pirata que não frequenta o Halloween, dir-se-ia condenada ao insucesso, mas… como todo o amor que se preza floresce com os obstáculos que é suposto vencer, as coisas lá vão avançando, coadjuvadas pelas portentosas ondas do mar alto ... Mas ainda há mais: Há também magia e muita, muita pirataria! Ou será o inverso?! Pirataria e muita, muita magia!?... Bom, seja o que seja, trata-se duma história que acontece num Rouxinol que é barco, narrada na sedutora prosa da Sandra Carvalho! Para terminar sem moralizar, podem ler e confiar 😉👍

  2. 5 out of 5

    Sara

    Neste volume temos respostas a muitas questões que surgiram nos volumes anteriores, a morte de um dos meus piratas preferidos, um reencontro muito aguardado e outro inesperado, o retorno de um inimigo implacável e, ainda, o desenlace da relação de Leonor e Corvo. Opinião completa aqui: https://momentosdemagia.wordpress.com... Neste volume temos respostas a muitas questões que surgiram nos volumes anteriores, a morte de um dos meus piratas preferidos, um reencontro muito aguardado e outro inesperado, o retorno de um inimigo implacável e, ainda, o desenlace da relação de Leonor e Corvo. Opinião completa aqui: https://momentosdemagia.wordpress.com...

  3. 4 out of 5

    Su

    [3,5 estrelas] Foi uma conclusão justa, na mesma linha do que foi apresentado nos dois primeiros volumes. Contudo não foi capaz de atingir todo o seu potencial e teve diversos pontos que, na minha opinião, poderiam ter sido mais bem desenvolvidos. Protagonista e personagens femininas fortes A Leonor tornou-se numa mulher muito mais interessante, porém nunca foi capaz de me cativar como protagonista. Um dos principais motivos para isso é que toda a sua evolução não me soou natural. Não porque tenha [3,5 estrelas] Foi uma conclusão justa, na mesma linha do que foi apresentado nos dois primeiros volumes. Contudo não foi capaz de atingir todo o seu potencial e teve diversos pontos que, na minha opinião, poderiam ter sido mais bem desenvolvidos. Protagonista e personagens femininas fortes A Leonor tornou-se numa mulher muito mais interessante, porém nunca foi capaz de me cativar como protagonista. Um dos principais motivos para isso é que toda a sua evolução não me soou natural. Não porque tenha sido abrupta, pelo contrário, até considero que se gastou tempo demais com isso, mas sim devido a ter sido em grande parte à custa de outras personagens melhores, que foram postas de lado e rebaixadas na sua personalidade bem mais carismática, para que a Leonor pudesse brilhar por comparação. (view spoiler)[Refiro-me principalmente à Constance e à Guida. Mulheres inicialmente retratadas como fortes, decididas, corajosas e justas, tiveram frequentemente atitudes egoístas, covardes, mal-agradecidas e emproadas, só para que a Leonor parecesse mais fantástica. Não acho que seja pertinente que mulheres como a Constance e a Guida fossem todas pudicas e cheias de etiqueta ao ponto de rejeitarem a escolha de Leonor por Corvo só por ser quem é e não ser de “boas famílias”. Ainda mais porque ambas se apaixonaram também por piratas, então não é possível fazê-las ter essa posição de forma inocente pela ignorância do que é estar nessa situação, pelo que ter essa opinião faz delas umas hipócritas, coisa que nunca foram nem combina com as suas personalidades e histórias de vida. (hide spoiler)] Com a Guida isso já vinha a ser feito no volume anterior, então não vou chover muito mais no molhado. Digo apenas que o seu pai também era marinheiro e pirata, que ela sempre foi mais dada à acção que a Leonor, a sua educação incluiu defesa, coisas em que ela sempre foi melhor que ex-fidalga, e que de repente a Leonor só porque é filha do Açor é um ás em tudo a que se dedica no barinel e no combate, fazendo a Guida parecer uma donzela em apuros por comparação. Salva-se a justificação infeliz de que ela foi capaz de tudo isso “por artes mágicas” que o seu sangue lhe confere. Mas mais do que isso, a Leonor passou da menina recatada e inocente, que segue a etiqueta e cuja vida revolve à volta de títulos, a uma mulher que faz um discurso (view spoiler)[no seu próprio casamento (hide spoiler)] que até para hoje seria algo voluptuoso, quanto mais para a altura numa comunidade em que nem costume era as mulheres pronunciarem-se! Tudo bem que ela ouviu e viu muito a conviver tanto tempo no mar com piratas, principalmente enquanto fingia ser um rapaz, mas custa-me a crer que alguém com a educação pudica da Leonor conseguisse deixar esses valores para trás de forma tão excessiva. É exagero e faz a personagem soar irrealista. (view spoiler)[Quanto à Constance, sempre pensei que a personagem dela gerava uma grande empatia e admiração por ter sacrificado a sua felicidade e o amor da sua vida pela pátria e pela paz. Da forma que a história foi contada, sempre se entendeu que se ela pensasse apenas em si e a decisão fosse pessoal, Constance não hesitaria em largar tudo, inclusive riquezas, títulos e mordomias, para viver o seu amor ao lado de Diogo. Contudo, não o fez porque a sua consciência nunca estaria tranquila ao saber que condenaria duas nações a um conflito que poderia ser evitado pela oferta de paz que ela representava. Os últimos capítulos deste livro destruíram todo o altruísmo e honra da sua decisão, fazendo com que se afigurasse que ela apenas não fugiu com Diogo pois não teve coragem de abdicar da sua posição de fidalga, das riquezas materiais e dos títulos. Foi deprimente vê-la queixar-se da falta de conforto das camas para alguém do nível delas e desiludir-se pela falta de carruagens perante uma comunidade humilde e uma beleza selvagem como aquelas. Claro que tanto Guida como Constance acabaram por voltar atrás nos seus julgamentos e desculpar-se pelas suas atitudes, todavia o estrago nas suas respectivas personalidades estava feito e é irremediável! Ainda por cima, toda esta desconstrução foi feita para criar entraves temporários e inúteis na relação de Leonor e Corvo, que não teve profundidade e complexidade suficientes para se sustentar de outra forma mais justa e interessante. (hide spoiler)] Romance O romance não foi um ponto alto do livro, mas infelizmente foi aquele que teve mais destaque e à volta do qual todo o enredo se desenvolveu. Na teoria tinha tudo para ser épico, contudo na prática não me empolgou minimamente. Supostamente o amor de Leonor e Corvo foi escrito nas estrelas, na realidade isso significa que sempre que se encontram ou se olham ficam com o sangue a ferver, o que honestamente me soa bastante mais a jovens com as hormonas em polvorosa e muito pouco a amor verdadeiro. Todo o tempo que conviveram, ou estavam às turras, amuados e ver quem era o mais orgulhoso, ou estavam rendidos a uma paixão avassaladora. Andavam em círculos e voltavam sempre ao mesmo lugar, aquilo não atava nem desatava, era repetitivo e cansativo. Não senti que eles realmente se conectassem nem que houvesse ali um sentimento verdadeiro a crescer aos poucos. Pareceu-me sempre tudo muito adolescente e demasiado carnal. Aqueles momentos em que Leonor procurava seguir com a sua vida, porém toda a sua resolução se dissolvia ao perder-se no olhar verde, soavam-me muito a versão histórica de séries juvenis passadas na escola em que o rapaz mais giro e popular dá atenção num dia e no dia seguinte parte para outra. Não há nada de errado com esse estilo de namoro adolescente (embora pessoalmente já não tenha grande paciência para essas cenas), porém sendo assim a parte profética do romance fica bastante despropositada. Acima de tudo, não considero que o romance tivesse carisma suficiente para conduzir o enredo, no entanto, com bastante pena minha, foi isso que aconteceu grande parte do tempo. Só queria que eles se entendessem de uma vez para poder ler mais sobre Flor, Açor e outras pessoas e situações mais interessantes. No entanto, é justo que me dedique igualmente a elogiar aquilo que foi bom e houve momentos do casal muito belos e bem escritos. (view spoiler)[Refiro-me principalmente à consumação do casamento (a quase e a efectiva) e à convivência dos dois na Ilha do Corvo. (hide spoiler)] Foram cenas mágicas e que conseguiram por momentos fazer-me esquecer que aquele casal não me convence como exemplo de um amor verdadeiro que vence tudo. Enredo Começou bastante promissor! Adorei o prólogo que despertou bastante a minha curiosidade. Contudo, não considerei que o livro estivesse estruturado da melhor forma. Iniciou-se no ápice da acção com o assalto à Niña e depois não houve nenhum elemento suficientemente forte para conduzir a história e manter o interesse do leitor em alta. (view spoiler)[A nível de vilões tínhamos Tomás Rebelo, que se afigurava um oponente muito difícil de superar, Amélia num segundo momento, e ainda Espinosa, que atormentava Corvo desde criança. Nenhum foi realmente bem aproveitado. O embate com Tomás Rebelo acontece ainda a meio do livro e, embora não tenha sido mau, também não penso que estivesse ao nível da expectativa criada. Foi totalmente anti climático não acompanharmos a sua derrota. Quando Leonor recupera a consciência, o Corvo já o matou! Tudo terminou muito abruptamente! Tanta coisa de ele ser tão poderoso e não morrer e afinal era só decapitá-lo! Amélia que é uma fidalga chique acabou por fugir nas barbas de inúmeros piratas experientes com o diamante. Ficamos então com o próximo embate com Amélia, a recuperação do diamante ou o possível encontro com Espinosa como hipotético pontos-chave de expectativa para o resto do enredo. Confesso que nenhum dos três me entusiasmou particularmente e o núcleo da Ilha das Flores era o que me criava maior expectativa. Ansiava presenciar o encontro entre pai e filha, acompanhar o desenrolar da sua relação, assim como a de Flor e Leonor, de ver como Nuno Garcia ganharia novamente a confiança e o afecto do Açor. Infelizmente todos estes pontos foram apressados e nenhum foi devidamente desenvolvido. Leonor e Açor abraçam-se e quando finalmente volto a página repleta de expectativa por ter finalmente chegado o momento que tanto esperava… passaram-se meses!! Não podem imaginar o tamanho da minha desilusão! Nada de dar espaço à relação de Leonor com o pai, com a irmã, com a madrasta, com o quase avô… Em vez disso tudo isso é descrito à pressa em poucas linhas e voltamos ao chove mas não molha da sua atracção por Corvo! Adoro romances, mas aqui na minha opinião, o livro pecou por dar demasiado espaço ao mesmo, que nem sequer sofreu qualquer desenvolvimento relevante nesta fase, omitindo todos os detalhes da interacção da Leonor com os habitantes da Ilha. Pensei então “Isto está a andar rápido porque nos aproximamos do final do livro e ainda faltam os embates com Amélia e Espinosa!”, o primeiro que implicaria astúcia e o segundo combate a sério. Afinal enganei-me redondamente! Amélia é ignorada até ao epílogo onde se descreve vagamente a sua sina que aparentemente não teve relevância nenhuma para o que aconteceu e ficou com o diamante do qual nunca mais se ouviu falar. Espinosa ainda é mencionado, mas assim como Amélia também não dá as caras até à conclusão do livro. (hide spoiler)] Final (view spoiler)[Ficamos a saber dos destinos de Espinosa e Amélia por palavras de terceiros. Espinosa até achei justo e original da forma que foi para obrigar Corvo a ter a certeza que abdicava da sua vingança em prol de viver o amor sem mágoas do passado a ensombrá-lo. De qualquer forma, a sua menção no epílogo deixa em aberto uma possível continuação. Sobre a Amélia, confesso que só acho que aquele final faça sentido se houver continuação da história. (hide spoiler)] Posso estar a ser influenciada pelo facto da Saga das Pedras Mágicas (da autora, assim como Sevenwaters da Juliet Marillier) ser uma saga familiar, que ao longo dos livros vai avançando para novas gerações dentro da mesma família, mas penso que tudo se conjuga neste final para que se sigam novos volumes que acompanhem a próxima geração. (view spoiler)[Os novos protagonistas poderiam ser os filhos de Constance, Leonor ou Amélia, todos com sensivelmente a mesma idade e todos com uma grande herança de magia que lhes corre no sangue. Se assim não for, não vejo qual o interesse para a história do diamante realmente existir e da Amélia ter escapado com ele para a corte. (hide spoiler)] (view spoiler)[Não gostei nada do final da Constance. Sinceramente preferia que ela tivesse mesmo perecido nas garras de Tomás Rebelo. Era bem mais heróico para uma personagem tão interessante morrer para evitar uma vida de escravidão de vontade à mercê de um demónio como ele do que o final insosso que lhe coube. Mas isso é apenas uma preferência pessoal. Também achei um pouco estranho o comentário de Helena sobre a semente dos Corvos ser forte, que uma vez era garantido. Deu a entender que fazia parte da magia do sangue dele, mas parece-me muito estranho que esta só funcione depois do casamento, pois claramente Leonor não é a primeira mulher com quem Corvo se envolve. (hide spoiler)] Pontos fortes: Açor, Flor, Helena e Nuno Garcia; Ilha das Flores; paralelo com a realidade feito no final; assalto à Niña; potencial para continuar a história seguindo a nova geração. Pontos fracos: pouco destaque das personagens secundárias relativamente à Leonor e ao Corvo; desconstrução das melhores personagens femininas para a Leonor brilhar; romance pouco empolgante e crível; ritmo pouco equilibrado. Trilogia A mitologia ficou sem explicação. Em que consistem os poderes de Açor, Leonor e Flor? Estão relacionados com os do nó eterno? E os de Corvo? A única história desvendada foi a de Tomás Rebelo. Os restantes poderes mágicos foram sendo usados como recurso do enredo sem nunca sabermos de onde surgiram, em que consistem ou quais os seus limites. (view spoiler)[Até aqui isso não era um problema porque acompanhamos a perspectiva da Leonor e ela nada sabia sobre a sua verdadeira origem, então nada mais natural do que sermos igualmente mantidos no escuro. No entanto, após chegar à Ilha das Flores e conhecer o pai e a irmã que partilham o seu dom, tudo isso deveria ter sido um ponto crucial a desenvolver e pouco foi mencionado ou explorado! Alias, foi praticamente deixado de lado. (hide spoiler)] Se houver uma continuação no mesmo universo que venha a aprofundar o assunto como eu penso que faz sentido, ainda que não da perspectiva de Leonor, a ausência de explicações mais aprofundadas é perdoável. De contrário, considero uma grande falha da saga. Nota Final Depois de reler o meu texto, tenho consciência que fui bastante crítica e apontei imensos pontos que me incomodaram, pelo que poderá ser surpreendente pontuação que dei ao livro. Sobre isso tenho a dizer que a minha expectativa para esta trilogia, leia-se a primeira que conheço de fantasia portuguesa com mitologia e ambientação na história lusa, estava nos píncaros! Sendo a mesma da Sandra Carvalho que é uma escritora que adoro, acho difícil estar mais alta! Desta forma, a tarefa desta saga era ingrata pois a fasquia estava lá no alto. Como leitora acho importante fazer críticas construtivas, então dei-me ao trabalho de escrever com pormenor tudo o que penso que poderia ter sido melhor porque espero sinceramente que esta não seja a última obra da autora deste género e especialmente com uma mitologia portuguesa. Desejo que muitas se sigam e irei lê-las todas com boas expectativas. Estas críticas não foram pensadas como algo para deitar o livro abaixo, mas pelo contrário, para apontar os pontos que o impediram de ser a obra perfeita que eu idealizei e que com certeza ficará para sempre marcada na história da fantasia em Portugal.

  4. 4 out of 5

    M João (Livros?gosto)

    Ontem foi assim o meu dia. Hora do almoço comprar o livo. Pós almoço espreitar o prólogo. E pronto! A tarde fez noite, a noite madrugada e só parei quando o livro chegou ao fim. A Sandra Carvalho anda a escrever de forma magistral. Logo o início nos encanta e nos leva numa história com um ritmo apropriado e uma densidade narrativa que nos faz quer saber sempre mais. A trama está urdida de uma forma impar. A construção das personagens está feita de forma coerente e primorosa, onde nos é recordado Ontem foi assim o meu dia. Hora do almoço comprar o livo. Pós almoço espreitar o prólogo. E pronto! A tarde fez noite, a noite madrugada e só parei quando o livro chegou ao fim. A Sandra Carvalho anda a escrever de forma magistral. Logo o início nos encanta e nos leva numa história com um ritmo apropriado e uma densidade narrativa que nos faz quer saber sempre mais. A trama está urdida de uma forma impar. A construção das personagens está feita de forma coerente e primorosa, onde nos é recordado de forma subtil as origens de Leonor, a «fidalguinha» e no momento de se poder assumir como tal , nos é evidenciado que esta mulher já é outra, com uma escolha de vida diferente, esta é a "Açor". Lindo! Também o Corvo cresce e sem querer desvendar demais, se transforma num homem de corpo inteiro e nome próprio (vão ler o livro e entendem). Até as cenas onde a magia se reflete é feito com tal mestria que nos parecerem normais, como se de um conto de fadas (e atenção que os contos de fadas são mais violentos que os livros da Sandra Carvalho) se tratassem. As cenas de amor são de uma beleza, discrição, mas ao mesmo tempo de uma sensualidade que só quem escreve muito bem consegue. Mas vamos ao final. Este seria previsível, nem poderia ser de outro modo, onde nos são dados dados históricos complementares. Mas eis que se acrescentam três parágrafos e então o último leva-me a perguntar: Que outra história Sandra Carvalho? Não percam esta trilogia. É do melhor escrito em português por uma grande autora portuguesa.

  5. 4 out of 5

    Ana

    Esta trilogia foi a minha estreia com a autora e fui agradavelmente surpreendida. Com uma linguagem corrente, mas o mais adequada ao tempo histórico, a autora traz-nos diálogos vívidos, cenas descritas ao pormenor. A narrativa é fluída e bastante cuidada. Estes três volumes são uma teia de enredos perfeitamente encadeados e todos se entrelaçam para o desfecho merecido.

  6. 5 out of 5

    Joana Gonzalez (Elphaba)

    Opinião completa em: http://www.historiasdeelphaba.com/201... «Foi com toda a emoção e aventura a que as narrativas de Sandra Carvalho já nos habituaram que chegou ao fim a sua belíssima história inspirada na descoberta do Arquipélago dos Açores. O romance e o extraordinário estiveram, uma vez mais, em destaque, presenças constantes naquele foi um desenlace épico e surpreendente para qualquer leitor. (...)» Opinião completa em: http://www.historiasdeelphaba.com/201... «Foi com toda a emoção e aventura a que as narrativas de Sandra Carvalho já nos habituaram que chegou ao fim a sua belíssima história inspirada na descoberta do Arquipélago dos Açores. O romance e o extraordinário estiveram, uma vez mais, em destaque, presenças constantes naquele foi um desenlace épico e surpreendente para qualquer leitor. (...)»

  7. 5 out of 5

    Tita

    Opinião conjunta da trilogia Há muito que ouvia falar muito bem desta trilogia de Sandra Carvalho e que abordava a descoberta dos Açores, por isso estava à espera de um romance histórico mas, quem parte com estas expectativas poderá sentir-se algo defraudado. Eu adorei, quer a história, quer as personagens mas não é um histórico sobre a descoberta dos Açores. Encarem como um romance de fantasia com uma pontinha de histórico. Em O Olhar do Açor conhecemos Leonor, uma jovem fidalga e que nós, leitor Opinião conjunta da trilogia Há muito que ouvia falar muito bem desta trilogia de Sandra Carvalho e que abordava a descoberta dos Açores, por isso estava à espera de um romance histórico mas, quem parte com estas expectativas poderá sentir-se algo defraudado. Eu adorei, quer a história, quer as personagens mas não é um histórico sobre a descoberta dos Açores. Encarem como um romance de fantasia com uma pontinha de histórico. Em O Olhar do Açor conhecemos Leonor, uma jovem fidalga e que nós, leitores, sabemos logo de início que é filha de Constance e do corsário Diogo, e não de Gonçalves Vaz, como toda a gente pensa. Leonor tem uma vida pacata e feliz, com os seus pais e os seus amigos, principalmente com Guida, que apesar de negra, é a sua melhor amiga. Mas quando o fidalgo Tomás Rebelo tenta "tomar" a Herdade de Águas Santas, Leonor e Guida, têm que fugir e acabam em Lisboa, num barco de piratas portugueses. E, ao longo das páginas de Filhos do Vento e do Mar vamos acompanhando a viagem de Leonor e Guida, e a vida no barco, e a vida na ilha das Flores em O Grito do Corvo. O primeiro livro tem um ritmo um pouco mais calmo e que serviu muito bem o propósito de nos dar a conhecer as personagens e, parte, dos seus problemas. E, a minha sorte, foi ler os três livros todos de seguida pois, o final de cada um, "pede" logo o próximo livro. Imagino o "desespero" de quem teve que esperar que o livro seguinte fosse editado. Os livros têm a qualidade que a Sandra Carvalho já habituou os leitores. Uma grande história, com personagens incríveis e descrições que nos fazem viajar sem sairmos do lugar. Adorei principalmente as cenas de aprendizagem de Leo no barco. E com piratas destes, também eu gostava de viajar eheheh

  8. 4 out of 5

    Sofia Teixeira

    Esta é uma série muito especial para mim. Podem não acreditar, mas pensava até que já tinha publicado a opinião deste livro. Afinal li-o antes do lançamento, não tivesse tido eu a honra de ser a apresentadora convidada do fecho da trilogia, naquele belo dia da Feira do Livro de Lisboa. Porém, ainda bem que ainda não tinha publicado, pois hoje deu-me uma certa nostalgia (a distância tem destas coisas) e deu-me vontade de rever o meu percurso nas Crónicas da Terra e do Mar, da nossa encantadora Sa Esta é uma série muito especial para mim. Podem não acreditar, mas pensava até que já tinha publicado a opinião deste livro. Afinal li-o antes do lançamento, não tivesse tido eu a honra de ser a apresentadora convidada do fecho da trilogia, naquele belo dia da Feira do Livro de Lisboa. Porém, ainda bem que ainda não tinha publicado, pois hoje deu-me uma certa nostalgia (a distância tem destas coisas) e deu-me vontade de rever o meu percurso nas Crónicas da Terra e do Mar, da nossa encantadora Sandra Carvalho. Quem esteve presente na FLL naquele dia, sabe que houve momentos muito especiais, muito emotivos, em que os corações se abriram e partilham tanto alegrias como tristezas. Neste momento, é com um grande sorriso nos lábios que me recordo desses momentos e me consciencializo do quão sortudo somos por termos a Sandra como escritora portuguesa. É de senso comum que ler um livro escrito por um português tem sempre um impacto muito diferente de ler um livro traduzido para português. Perde-se parte da personalidade do autor nas traduções (sem tirar mérito algum aos excelentes tradutores que temos, mas as idiossincrasias de cada língua nem sempre são traduzíveis literalmente, e acho que aqui ganhamos muitos pontos por podermos usufruir da escrita de alguém que utiliza a sua língua materna com um carinho e um romantismo ímpares. A escrita da Sandra é bonita e encantadora, não estou a dar novidade nenhuma, eu sei, mas sinto que a ligação que criamos com os seus protagonistas advém de um talento muito característico que, a ser traduzido, provavelmente também perderá o seu quê de mágico. Depois de O Olhar do Açor e de Filhos do Vento e do Mar, O Grito do Corvo vem fechar um capítulo, mas também vem abrir a imaginação do leitor para novos universos. O percurso de Leonor e Corvo é tudo menos linear, o fio que os une tanto parece inquebrável como cheia de nós que impossibilitam a harmonia de fluir livremente. Com os seus passados a perseguirem-nos, os pontos em que se cruzam tornam-nos mais fortes. Sandra Carvalho criou inúmeros protagonistas e todos eles tiveram o seu tempo e espaço para brilhar. Findo este capítulo, foi bom testemunhar que a autora continua com a sua visão romântica e firme, por muito difíceis que sejam os obstáculos pelo meio. Existe sempre uma vertigem de incerteza, mas de alguma maneira vamo-nos apaziguando com o que possa estar para chegar. Foi maravilhoso navegar estes mares, redescobrir os Açores e apaixonar-me por cada pormenor. Estou muito curiosa com o que está para vir, pois o fim deixa-nos de olhos esbugalhados com um tremendo "E AGORA?! Isto não se faz!". Resumindo, leiam, leiam muito a nossa Sandra, o vosso coração vai ficar sempre mais quentinho depois disso.

  9. 5 out of 5

    João Pinto

    Que bom encerrar esta trilogia com a sensação de que vivemos uma grande aventura. Um final que responde aos mistérios colocados nos livros anteriores, um encontro muito aguardado de Leonor e Açor, um plot twist inesperado ali bem no final... Caso para dizer: um final que agarra o leitor a cada página. Só eu é que fiquei com "a pulga atrás da orelha" com aquele último paragrafo? Quero saber dessa "outra história". 😁 A Sandra Carvalho é uma escritora incrível. Uma saga para recomendar! Que bom encerrar esta trilogia com a sensação de que vivemos uma grande aventura. Um final que responde aos mistérios colocados nos livros anteriores, um encontro muito aguardado de Leonor e Açor, um plot twist inesperado ali bem no final... Caso para dizer: um final que agarra o leitor a cada página. Só eu é que fiquei com "a pulga atrás da orelha" com aquele último paragrafo? Quero saber dessa "outra história". 😁 A Sandra Carvalho é uma escritora incrível. Uma saga para recomendar!

  10. 5 out of 5

    Margarida

    Agora que terminei a trilogia vou dar a minha opinião. 😊ADOREI! Tudo nestes livros é cativante, as personagens, a magia, a fantasia, a descrição das paisagens a forma como termina, tudo! Considerei a trilogia verdadeiramente viciante. 🥰Quase nem peguei nos meus bordados só para saber o que iria acontecer ao virar da página, sim, porque ao virar de uma página, muita coisa muda😂😂Obrigada Sandra por nos agraciar com esta maravilha🙏🏻🥰❤️

  11. 4 out of 5

    Catarina Henriques

    Depois de devorar esta trilogia em menos de uma semana, agora esperava um volume 4! Estes 3 livros deixam-nos inquietos e fazem com que pertençamos à história, no final quase que fica um vazio sem saber o que ler a seguir. A minha saga favorita é portuguesa e é tão tão boa

  12. 5 out of 5

    Ana

    Foi uma conclusão como se esperava, mas honestamente estava à espera de um final mais impactante e de algo mais do que "viveram todos felizes para sempre (view spoiler)[e casaram e todos tiveram filhos (hide spoiler)] " . As últimas páginas foram complicadas de ler, dados todos os acontecimentos que pareciam retirados de uma novela e achei há muita coisa que está a mais. Senti que a maioria dos acontecimentos foi apenas para adicionar drama, sem grande profundidade, o que resultou num sentimento Foi uma conclusão como se esperava, mas honestamente estava à espera de um final mais impactante e de algo mais do que "viveram todos felizes para sempre (view spoiler)[e casaram e todos tiveram filhos (hide spoiler)] " . As últimas páginas foram complicadas de ler, dados todos os acontecimentos que pareciam retirados de uma novela e achei há muita coisa que está a mais. Senti que a maioria dos acontecimentos foi apenas para adicionar drama, sem grande profundidade, o que resultou num sentimento de que este livro não era de todo necessário e em vez de trilogia poderia ter sido uma duologia. Mas comecemos pelo início. Mais uma vez, adorei o prólogo. Sei que estas personagens não eram o foco, e é um pena porque eram muito interessantes. Não me importava nada de ter lido mais sobre eles. Neste livro já consegui sentir mais empatia por Leonor, embora continue a detestar todo o mel que a envolve. Quando uma personagem é boa e incrível, o leitor vai saber. Não é preciso que isso seja dito por TODAS as outras personagens, a cada parágrafo. Os piratas falam de Leonor como se não fossem piratas, oh-meu-deus-o-que-seria-de-nós-sem-Leonor-certamente-teríamos-morrido-todos. Não gostei, é irreal e exagerado para uma miúda que treina há meia dúzia de meses ser a salvadora de tudo e de todos a todos os momentos, e vivas para a Leonor por dá-cá-aquela-palha. Se dissessemos que tudo o que Leonor fez para ajudar veio da sua inteligência e perspicácia, ainda aceitava. Mas não é esse o caso. Leonor e Corvo, enquanto casal, não me convenceram. Nunca senti que o romance deles estivesse escrito nas estrelas, como Leonor tanto gostava de dizer.. Dada a idade deles, são as hormonas a falar e não amor... Era apenas um misto de orgulho com adolescência, em que se dão mal a maior parte do tempo e no restante têm o sangue ferver. Para terminar da forma como terminou, não era necessário adicionar tanto drama, porque o que foi adicionado não abonou a favor do casal. No entanto, há cenas de casal que achei muito bonitas e bem descritas. (view spoiler)[ Não gostei do discurso de Leonor no casamento, pelo simples facto de ter sido muito ousado, coisa que me fez confusão dada a época que está a ser retratada e a forma como Leonor foi criada. Como é óbvio não vivi naquela época, no entanto uma miúda virgem, educada como fidalga (que por si só adiciona uma dose extra de restrições a tudo o que as mulheres não podiam fazer) usar tantas referências a sexo e um discurso tão informal pareceu-me pouco adequado. E o facto de ter estado com piratas durante algum tempo não é desculpa. As pessoas não mudam assim tão rápido. (hide spoiler)] Em relação a Corvo,(view spoiler)[ embora tenha achado interessante o fim que Espinosa teve (se é que de facto teve), (hide spoiler)] gostava de o ter visto ter alguma importância e perseguir algo que desejava e não apenas alguém que fica louco com Leonor mas nao pode assumir compromisso com ninguém oh espera, afinal já pode. Os vilões, ficaram muito aquém do que era esperado. (view spoiler)[Temos um livro inteiro passado a bordo do navio com Leonor a treinar, com Corvo a falar de Tomás Rebelo, um vilão enorme com um poder incrível que nos fazia imaginar uma luta tremenda... E o confronto acontece a meio do livro e em meia dúzia de páginas (se tanto)? Ficou tanta coisa por explorar... E foi tudo tão anti-climático! Principalmente porque senti "ok, ainda falta meio livro, haverá outro vilão?". E poderia haver. Amélia poderia ter sido uma óptima escolha ou mesmo Espinosa. Mas não, o restante são picardias tontas para que Leonor e Corvo fiquem juntos no fim. Fiquei mesmo desiludida (hide spoiler)] Tanta expectativa para o momento em Leonor ia conhecer o pai e... (view spoiler)[ não foi descrito. Tanta coisa ficou por explicar, inclusive como e que Açor e Garcia se reconciliaram. Isto era TÃO mais imortante que o drama sem sentido de Constance ou o vai-não-vai patético de dois adolescentes. Era muito melhor termos conhecido Açor enquanto pai de Leonor, Helena enquanto esposa de Açor do que fazer fast-forward para meses mais tarde e assistirmos a Helena desfazer-se em amor pela Leonor sem entendermos bem como é que chegou ali. Já agora, adoro a Helena. (hide spoiler)] (view spoiler)[ Constance podia e devia ter morrido nas mãos de Tomás Rebelo se era para fazer esta aparição humilhante. No primeiro livro conhecemos uma mulher com a cabeça no sítio, que abdicou do amor por algo muito maior do que luxúria e riqueza (nomeadamente pela pátria e para manter a paz entre duas nações). E penso que não fui eu que entendi mal a personagem, ela era de facto alguém muito maior do uma simples fidalga pomposa ou pelo menos foi assim que nos foi apresentada. Agora, aparece uma Constance que se queixa das camas e de não haver carruagens! Mas calma que depois deita-se nelas e "ah afinal isto é super confortável" *facepalm* Esta Constance destruiu a personagem incrível que era. E se isto pode e deve acontecer nos livros porque também acontece na vida real, há aqui muita coisa em falta para uma construção de personagem convincente. Assim só não faz sentido. Constance foi SALVA por piratas, viveu a bordo de um navio com eles, tem como amigo do coração Garcia e é apaixonada por Açor. A sério que mal chegou à ilha armou escândalo com Leonor pela vida que seguiu e disse que Corvo era bruto ou algo do género, sem o conhecer? Não, não faz sentido nenhum por muito magoada e preocupada que esteja. Todo o drama que se sucede depois com o facto de ainda estar apaixonada por Açor, o discurso de página e meia sobre como estava errada e depois já vai para Inglatera... Se era para abandonar para Inglaterra, porque não arranjar outra forma de contactar Leonor e não colocar "em perigo" a comunidade? Sombra de certeza que conseguiria... Enfim, não gostei, foi só drama sem conteúdo. Novamente, sinto que isto apenas foi feito para fazer de Leonor uma grande mulher, o que é triste. Sombra foi mesmo só isso... Uma sombra. O nome paira no ar durante os livros, depois aparece e pronto, fica ali, sem fazer nada de jeito. Tinha sido muito interessante conhecer melhor a personagem e vê-la ativa. (hide spoiler)] Já nem vou falar de Guida (view spoiler)[e do facto de ela querer que Leonor case com um fidalgo (hide spoiler)] . A rapariga que no primeiro livro dava na cabeça de Leonor por ela querer casar sem amor, não pode ser a mesma Guida que temos neste livro. Não faz sentido o caminho que esta personagem seguiu. (view spoiler)["A minha menina tem de casar com um fidalgo" não soa a Guida, soa a uma avó! Não houve espaço nem razão para que Guida se tornasse nisto. (hide spoiler)] Enfim, fiquemos por aqui. No geral, fez-me confusão a facilidade com que as personagens mudam de opinião ao longo dos três livros. (view spoiler)[Aconteceu com Cação, com Guida e tantas outras. Um bom exemplo é Constance, que está a bater o pé forte e firme, mas como Flor a salva muda LOGO de ideias, vê IMEDIAMENTE como foi injusta e faz um discurso enorme para se redimir. É irreal, as pessoas não funcionam assim. Guida não quer lutar, e no final do segundo livro, de um momento para o outro "tens razão, esta agora é a nossa vida". *facepalm* (hide spoiler)] Estas mudanças repentinas e os sentimentos que as personagem deitam da boca para fora deixam-nas menos humanas e reais, é tão forçado... (view spoiler)[ É uma pena que não tenha sido explicado nada sobre os poderes e o sistema de magia existente. Açor consegue praticar magia de uma forma, Leonor apenas com o Nó Eterno, Flor é big boss e Corvo faz outras coisas. Gostava de ter percebido se os poderes de Leonor se deviam só ao Nó Eterno (já que o olhar do Açor não parecia estar relacionado). Se ela sem o Nó Eterno não tinha poderes, significa que todo o treino foi uma mão cheia de nada? É que ela só eloviu daquela forma por causa do Nó Eterno... (hide spoiler)] (view spoiler)[ Após tudo o que aconteceu, não achei bonito o facto de Leonor não ter identidade própria e quisesse ser chamada de Açor. Eu percebi que a ideia é homenagear, mas como não lemos o reeencontro e não sabemos o que vai na cabeça do Açor, (no fundo, não houve espaço para o leitor ver onde encaixaria uma homenagem) faria muito mais sentido Leonor ter a sua própria identidade. (hide spoiler)] (view spoiler)[ A semente de Corvo só devia funcionar depois do casamento, uma vez que ele andou às cambalhotas com Amélia uma série de vezes e ela nunca engravidou (hide spoiler)] Como observação geral, acho que a escrita da autora é muito interessante mas há coisas que destoam. O discurso das personagens é tão informal, que não conjuga bem com os vocábulos antigos usados. E depois, como já referi, o discurso informal e a própria forma de agir de algumas personagens não encaixa naquilo que sabemos sobre a época. Mas isto é uma opinião pessoal. Como nota final, acrescento que se tivesse lido este livro com 15 aos talvez não fosse tão critica. Tenho mesmo muita pena de ter encontrado tantos pontos que me desgotaram, mas não posso fingir que não estavam lá. Ainda assim, continuo a dizer que é sempre bom ler fantasia made in Portugal, e que se os leitores gostarem de Leonor desde o início é provável que não sejam tão ranhosos como eu. Apesar de tudo, esta trilogia é uma boa aposta para uma leitura rápida e leve.

  13. 4 out of 5

    Cátia Lopes

    O meu livro favorito da trilogia. Adorei a evolução da Leonor! De princesinha a guerreira, de menina a mulher! Adorei o crescimento das personagens em geral ao longo da trilogia e como no final desta eram personagens muito diferentes e que conseguiram conquistar-me. A tripulação do Rouxinol também foi uma das melhores partes desta trilogia. Vou ter saudades, que belas gargalhas que soltei com eles. Mais um vez, tenho de louvar a maestria da escrita. Sou fã da Sandra e dos livros dela. E quero mais! O meu livro favorito da trilogia. Adorei a evolução da Leonor! De princesinha a guerreira, de menina a mulher! Adorei o crescimento das personagens em geral ao longo da trilogia e como no final desta eram personagens muito diferentes e que conseguiram conquistar-me. A tripulação do Rouxinol também foi uma das melhores partes desta trilogia. Vou ter saudades, que belas gargalhas que soltei com eles. Mais um vez, tenho de louvar a maestria da escrita. Sou fã da Sandra e dos livros dela. E quero mais! Aliás o final aberto deste livro deixa a pedir mais, resta saber para quando! https://www.instagram.com/p/CaK5L_2KH...

  14. 4 out of 5

    Margarida Magalhães

    6 ESTRELAS! Oh damn it, não há! Obrigada Sandra Carvalho por escreveres tão bem e contares uma história maravilhosa sobre os nossos queridos Homens do mar, da época dos Descobrimentos. Li numa semana os três livros da saga, porque a adrenalina assim o impunha. Custou-me dizer adeus aos personagens que tanto gostei, devido ao seu sentido de família (ilha das Flores), amizade (Gavião!) e amor (Açor e Corvo)... Corvo disse que a casa dele era nos braços da sua amada e a Casa da história é aquele bar 6 ESTRELAS! Oh damn it, não há! Obrigada Sandra Carvalho por escreveres tão bem e contares uma história maravilhosa sobre os nossos queridos Homens do mar, da época dos Descobrimentos. Li numa semana os três livros da saga, porque a adrenalina assim o impunha. Custou-me dizer adeus aos personagens que tanto gostei, devido ao seu sentido de família (ilha das Flores), amizade (Gavião!) e amor (Açor e Corvo)... Corvo disse que a casa dele era nos braços da sua amada e a Casa da história é aquele barinel, o "Rouxinol"... Quanto ao Grito do Corvo surpreendeu-me e gostei mais assim... fez jus ao seu barco, foi música para os ouvidos... Estas crónicas da Terra e do Mar merecem continuação e sei que, pelo que li na última página, muito provavelmente assim será... Cá estarei *.*

  15. 5 out of 5

    Ana Dâmaso

    Este livro foi uma viagem interessante, contudo demasiado curta para o meu gosto. Senti que, em certas partes, os grandes nós, tão lentos e apertados do enredo principal - que passei tanto tempo a ler no primeiro livro -, foram facilmente desenlaçados, sendo resolvidos por terceiros e depois convenientemente "trazidos à baila" em frente dos personagens centrais da história, tirando-lhes esse peso de cima para que pudessem seguir com as suas vidas sem olhar para trás. 😬 Eu amei a relação que Leonor Este livro foi uma viagem interessante, contudo demasiado curta para o meu gosto. Senti que, em certas partes, os grandes nós, tão lentos e apertados do enredo principal - que passei tanto tempo a ler no primeiro livro -, foram facilmente desenlaçados, sendo resolvidos por terceiros e depois convenientemente "trazidos à baila" em frente dos personagens centrais da história, tirando-lhes esse peso de cima para que pudessem seguir com as suas vidas sem olhar para trás. 😬 Eu amei a relação que Leonor tinha com o seu Mestre e a com o seu Capitão, mas também não apreciei a forma rápida com que a última foi amadurecida. Tal como gostava de ter visto mais da ilha das Flores e do Corvo, pois finalmente as visitamos. O mesmo digo da sua relação com o Açor que, a meu ver, podia ter sido muito mais explorada a nível sentimental, afinal Leo demora os três livros até o encontrar e depois... É só isso! Não senti grande emoção nesse aspecto, ao qual estava tão curiosa para testemunhar. Resumindo, acho que apreciaria mais este livro se a história se tivesse desenvolvido com mais calma e ponderação. Pareceu-me que a autora estava tão ansiosa por contar o final que "correu" até lá chegar. 😱 Ler as últimas cinquenta páginas foi como ver o final de uma novela. Acontecimento, atrás de acontecimento, tudo embrulhado num laço bem grande, pomposo e cheio de conversas romantizadas e retrospectivas em tom de despedida. Infelizmente, novelas e romances não são de todo o meu forte, pelo que não apreciei tanto assim o fecho da história, com alguns aspectos óbvios mas bem afloreados. 🙊🙈 Pode-se mesmo dizer que adorei tudo o que esteve entre o princípio e o fim desta saga, contudo, a forma como a mesma está escrita, os nuances de fantasia e todos os aspectos ficcionais tão bem entrelaçados com a História de Portugal deixaram-me com água na boca e, por essa razão, estou curiosa para pegar em mais obras da autora. 😉 Quanto ao epílogo... Achei-o vago e curioso o suficiente para deduzir (e querer) que venha aí mais uma história de piratas a caminho. Se estou certa ou não, só o tempo o dirá.

  16. 5 out of 5

    WritingCaia

    Foi um desenlace satisfatório. Soltaram-se algumas lágrimas e sorrisos. Algumas desconfianças foram confirmadas. Sou muito astuta lol. Tive pena de ver alguns personagens perecerem, mas assim é a vida. No geral, fiquei contente com o final da estória, no entanto, senti que foi um pouco acelerada e nalguns momentos anti-climática, gostava que se tivesse prolongado mais para que pudesse ter aproveitado mais, e me entrosado mais com certos personagens. Contundo, pela forma como o livro acabou talvez Foi um desenlace satisfatório. Soltaram-se algumas lágrimas e sorrisos. Algumas desconfianças foram confirmadas. Sou muito astuta lol. Tive pena de ver alguns personagens perecerem, mas assim é a vida. No geral, fiquei contente com o final da estória, no entanto, senti que foi um pouco acelerada e nalguns momentos anti-climática, gostava que se tivesse prolongado mais para que pudesse ter aproveitado mais, e me entrosado mais com certos personagens. Contundo, pela forma como o livro acabou talvez tenha sorte e um dia tenhamos mais aventuras da Açor e do Corvo.

  17. 4 out of 5

    Susana

    Cheguei ao fim das Crónicas da Terra e do Mar e sentimentos contraditórios turbilham na mente e coração. Por um lado, claro que gostei da conclusão da história. Por outro, custa-me abandonar o "Rouxinol" e os seus piratas tão leais. A releitura desta trilogia foi acompanhada com outras pessoas, num grupo de leitura muito divertido e repleto de críticas construtivas. Neste último volume, creio que a divisão das metas foi bem feita, pois deparamo-nos com 2 etapas. Na primeira parte, Leonor tem de de Cheguei ao fim das Crónicas da Terra e do Mar e sentimentos contraditórios turbilham na mente e coração. Por um lado, claro que gostei da conclusão da história. Por outro, custa-me abandonar o "Rouxinol" e os seus piratas tão leais. A releitura desta trilogia foi acompanhada com outras pessoas, num grupo de leitura muito divertido e repleto de críticas construtivas. Neste último volume, creio que a divisão das metas foi bem feita, pois deparamo-nos com 2 etapas. Na primeira parte, Leonor tem de defrontar o seu maior inimigo, Tomás Rebelo. O facínora utiliza todas as armas e pessoas a seu bel-prazer, sem olhar a meios para atingir os seus funestos fins. Isto traz custos elevados à "fidalguinha" e aos seus amigos, pois é inevitável a morte durante uma guerra. E a perda de Gavião, o querido mestre Alexandre, foi a que me despedaçou o coração. Era um homem íntegro, com tanto para ensinar e o seu sacrifício não foi em vão. Na segunda parte, temos a resolução e as respostas a todas as perguntas que nos surgiram durante toda a trilogia. O regresso do "Rouxinol" à Ilha das Flores, o encontro de Leonor com o seu pai biológico, a redenção de Corvo e a união de casais há muito desejados. A grande surpresa surge nos capítulos finais: quem se julgava fenecida, regressa, e inicialmente atrapalha bastante as decisões de vários personagens. No entanto, o amor e a família sobrepuseram-se ao "socialmente aceitável" e todas as divergências são sanadas. A evolução dos personagens é notória, principalmente em Leonor e Corvo. Leonor já não é a menina mimada pela família Gonçalves Vaz e, orgulhosamente, adopta como nome de pirata o do seu pai. Tal como existiram vários Corvos, agora existe mais do que um "Açor". E a homenagem que presta ao seu mestre é enternecedora. Finalmente Corvo rende-se ao chamamento do coração e o seu grito toma outras palavras. O título do livro ganha sentido quando Jorge cumpre a promessa feita ao seu pai, no topo da Ilha do Corvo. Ao invés de gritar palavras de ódio e vingança, o Grito do Corvo está carregado de amor. E essa é uma das melhores conclusões desta trilogia. No entanto, no Epílogo, a autora deixa o leitor um pouco desconcertado. Naquelas frases finais, "mas isso é outra história", deixa "a pulga atrás da orelha" e cogitamos a possibilidade de As Crónicas da Terra e do Mar se expandirem além de uma trilogia. Estarei equivocada? Quão maravilhoso seria fundir a magia na nossa História, mais uma vez, explorando outras terras exóticas e mares nunca antes navegados? Porque estes Filhos do Vento e do Mar nunca se perderiam com o Olhar do Açor e seriam sempre guiados através do Grito do Corvo cheio de amor.

  18. 4 out of 5

    Encruzilhadas Literárias

    Fiquei super contente quando soube que o volume final da trilogia "Crónicas da Terra e do Mar" seria publicado em plena época da Feira do Livro de Lisboa. O segundo volume tinha saído em Abril e despertado a curiosidade dos leitores e leitoras para o desfecho que se avizinhava. De facto, as últimas páginas do volume anterior deixaram uma série de sequências narrativas em aberto e com a promessa de ser exploradas, e foram estas as que mais captaram a minha atenção desde as primeiras páginas. Desve Fiquei super contente quando soube que o volume final da trilogia "Crónicas da Terra e do Mar" seria publicado em plena época da Feira do Livro de Lisboa. O segundo volume tinha saído em Abril e despertado a curiosidade dos leitores e leitoras para o desfecho que se avizinhava. De facto, as últimas páginas do volume anterior deixaram uma série de sequências narrativas em aberto e com a promessa de ser exploradas, e foram estas as que mais captaram a minha atenção desde as primeiras páginas. Desvendo o segredo que as encobertou durante grande parte da narrativa Leo e Guida vêem-se expostas a novos desafios e aventuras, junto aos companheiros de sempre, mas com outra visão sobre o seu posicionamento a bordo. A promessa de aventura não foi esquecida e a autora contemplou os leitores com mais cenas agitadas e perfeitamente enquadradas no enquadramento prévio. Guida mostra-se preocupada com a amiga, Leo mostra-se continuadamente guerreira e corajosa (em todas as frentes) e o mundo místico ganha força novamente e debruça-se sobre vários acontecimentos mais ou menos improváveis. Não posso dizer que tenha ficado excepcionalmente surpreendida com este último volume (com a excepção de um ou outro momento), mas correspondeu totalmente às minhas expectativas e ao desfecho quem julgo, muitos leitores também esperavam. Tendo esta trilogia sido a minha estreia com a autora, não tenho como pautar notas comparativas perante os os seus outros trabalhos, mas posso confessar-me agradavemente surpreendida. Com uma linguagem corrente, mas o mais adequada possível ao tempo histórico mas também ao público-alvo, Sandra Carvalho traz-nos diálogos vívidos, cenas descritas com classe e pormenor quando este é necessário, uma teia de enredos perfeitamente encadeados e todos com o seu desfecho merecido. Confesso que esperava algo mais quanto à questão do Tomás Rebelo, que me pareceu facilmente resolvida perante tamanhas patranhas já por si executadas. Ainda assim, a forma como esse momento foi desenvolvido foi também credível, permitindo dar continuidade à história onde esta ainda tinha o que explorar. Os Açores, finalmente alcançados, trouxeram a paisagem verde e o rebuliço de uma comunidade local próspera e capaz, conduzida por prescritos e piratas que a tornaram no paraíso almejado por muitos. As descrições, ainda que breves, permitiram que mesmo os que nunca pisaram terrenos vulcânicos e areias sedimentares pudessem sentir-se próximos das paisagens já vistas em postais e fotografias. Por outro lado, a evolução das personagens perfez uma condução suave que permitiu o desenvencilhar de vários nós e a colocação de sementinhas para novas aventuras. A verdade é que, não sabendo se outra história neste universo pode ou não estar a caminho, a intenção da autora não passou certamente despercebida aos seus mais fiéis fãs, que estão tão ou mais curiosos do que eu. O que também não passou despercebido foi a mensagem preliminar de cada uma das capas, assim como dos títulos selecionados, todos com muita intenção, e bastará que percam alguns segundos a analisá-las, que depois de terminarem a história concordarão comigo! Foi um livro que me deu imenso prazer ler, tanto que o terminei em dois dias. É leitura perfeita para o verão: fresca, leve, desconstraída e enredo envolvente, totalmente apropriada para a praia ou jardim. Fiquei agradavelmente surpreendida com o trabalho da autora, e vou estar atenta aos próximos trabalhos da mesma. Resta-me somente agradecer à Sandra Carvalho e à Editorial Presença o carinho com que este volume foi enviado e esperar que o mesmo chegue a muitos leitores e leitoras este Verão! - Cláudia

  19. 4 out of 5

    Andreia Nunes

    Opinião literária - O Grito do Corvo 5 estrelas - Este livro é o último da trilogia Crónicas da Terra e do Mar e se eu tinha adorado o segundo volume, este arrebatou-me completamente. Que livro soberbo! Corvo finalmente descobriu a verdadeira identidade de Leonor e agora a verdadeira questão é se continuam o assalto à Ninã del Mar, ou levam Leo aos Açores. A tripulação decide que a rapariga deve ficar. Contudo, Tomás rebelo continua a precisar dela para alcançar o seu objetivo e ela continua a qu Opinião literária - O Grito do Corvo 5 estrelas - Este livro é o último da trilogia Crónicas da Terra e do Mar e se eu tinha adorado o segundo volume, este arrebatou-me completamente. Que livro soberbo! Corvo finalmente descobriu a verdadeira identidade de Leonor e agora a verdadeira questão é se continuam o assalto à Ninã del Mar, ou levam Leo aos Açores. A tripulação decide que a rapariga deve ficar. Contudo, Tomás rebelo continua a precisar dela para alcançar o seu objetivo e ela continua a querer vingar-se dele. Este volume foi uma aventura. Ao longo da narrativa ri, tive de parar para conter emoções, apeteceu-me bater em personagens, emocionei-me e chorei baba e ranho com um acontecimento em particular (não estava nada à espera e mexeu mesmo comigo por me ter apegado tanto à história). Obtemos também as respostas para as questões deixadas por responder nos livros anteriores. A verdade é que comecei a ver estes piratas como meus próprios amigos, o que pode parecer estranho ahah, mas é verdade. Trouxeram-me tanto conforto, vi-me tão envolvida na sua história. Houve uma evolução tão grande neles e senti que eu própria vivenciei essa evolução. A minha personagem preferida é o Corvo e, para além dele, o Gavião. Mas outros como a Guida, o Raposo e a própria Leonor me conquistaram. Adorei conhecer o Açor, a Helena e a Flor. O novo romance foi tudo. Adorei a Leonor e o Corvo juntos, todas as suas intrigas e desentendimentos, fui paciente em esperar que este momento chegasse e não me desiludiu. Aliás, o Corvo tornou-se numa das minhas crushes literárias... A escrita da Sandra é fenomenal, é fluída e interessante. Li o livro em menos de 24h, estava viciada! O final foi incrível, plot twists fenomenais que eu fiquei de boca aberta porque nunca esperei o que aconteceu. Para além disso, quando percebi o porquê do título, "O Grito do Corvo", fiquei emocionada e senti uma nostalgia por terminar a saga. O epílogo deixou-me com o cheirinho para uma futura saga a contar a história das próximas gerações ou mesmo uma possível continuação, eu espero que sim! Tornou-se num dos meus livros preferidos.

  20. 4 out of 5

    Anna

    Fiquei com sentimentos ambíguos em relação a este livro, que honestamente acho que ficou atrás do anterior. E penso que não se justificava a existência deste livro, bastava por mais três ou quatro capítulos no anterior. Embora consigo perceber o porquê desta opção: eu própria me queixei, no fim da última saga da autora, (view spoiler)[que gostava de ter visto mais do felizes para sempre do Lysander e da Kelda, portanto, neste livro, ai a meio, as grandes questões não românticas estão resolvidas. Fiquei com sentimentos ambíguos em relação a este livro, que honestamente acho que ficou atrás do anterior. E penso que não se justificava a existência deste livro, bastava por mais três ou quatro capítulos no anterior. Embora consigo perceber o porquê desta opção: eu própria me queixei, no fim da última saga da autora, (view spoiler)[que gostava de ter visto mais do felizes para sempre do Lysander e da Kelda, portanto, neste livro, ai a meio, as grandes questões não românticas estão resolvidas. A partir dai, temos apenas a adaptação de Leonor à nova família e a teimosia de Corvo. Mas lá se entendem e têm o merecido felizes para sempre durante alguns capítulos. Desvantagem: como todas as questões centrais são resolvidas cedo, e apesar de ter gostado de conhecer mais da relação deles, não houve aquela chama que me costuma fazer devorar os livros desta autora, porque os grandes mistérios estavam quase todos resolvidos. (hide spoiler)] Tirando tudo isto, gostei das personagens surpresa que aparecem quase no fim e sobretudo do final, que fez uma ligação com a história real da descoberta das ilhas das Flores e do Corvo e penso que foi muito original e bem conseguido. Claro que no fim fiquei com nostalgia e com saudades das personagens, sem dúvida que queria mais desta saga.

  21. 4 out of 5

    Confessions of a Book Stalker

    This review has been hidden because it contains spoilers. To view it, click here. E assim terminou uma trilogia que me levou menos de 3 dias a ser lida. Quando eu dizia que as histórias de Sandra Carvalho me tinham marcado a adolescência não estava a exagerar e folgo em saber que me continuam a marcar na fase adulta, só que desta vez os vikings foram substituídos por piratas. Gostei muito desta história e de como tudo se resolveu. Fiquei um pouco decepcionada com o carácter que foi atribuído a Constance no final de história. Era uma personagem que eu admirava desde o primeiro E assim terminou uma trilogia que me levou menos de 3 dias a ser lida. Quando eu dizia que as histórias de Sandra Carvalho me tinham marcado a adolescência não estava a exagerar e folgo em saber que me continuam a marcar na fase adulta, só que desta vez os vikings foram substituídos por piratas. Gostei muito desta história e de como tudo se resolveu. Fiquei um pouco decepcionada com o carácter que foi atribuído a Constance no final de história. Era uma personagem que eu admirava desde o primeiro livro pelo que fiquei deveras desapontada quando afinal se soube que ela não partiu como Açor, não para evitar conflitos entre reinos, mas sim para não perder a sua posição de nobreza e os devidos confortos. Fora isso, acho que a história foi bem desenvolvida e acabou bastante bem. Agora fica aquele sentimento de nostalgia que me leva seriamente a ponderar em ir ler os livros que me marcaram na adolescência: A Saga das Pedras Mágicas

  22. 4 out of 5

    Madalena

    A verdade é que este livro foi cheio de emoções, altos e baixos, perdas e ganhos. Foi difícil decidir quantas estrelas lhe dar mas tendo em conta tudo o que aconteceu desde o início do primeiro livro, decidi dar mais alto do que aquilo que pensei dar originalmente. Despachei o livro em dois dias tal era a minha vontade de saber o que ia acontecer (pois nestes livros houve tantas reviravoltas que era quase impossível largá-lo). Este, mais que os outros dois, afetou-me bastante. Pois se "Filhos do A verdade é que este livro foi cheio de emoções, altos e baixos, perdas e ganhos. Foi difícil decidir quantas estrelas lhe dar mas tendo em conta tudo o que aconteceu desde o início do primeiro livro, decidi dar mais alto do que aquilo que pensei dar originalmente. Despachei o livro em dois dias tal era a minha vontade de saber o que ia acontecer (pois nestes livros houve tantas reviravoltas que era quase impossível largá-lo). Este, mais que os outros dois, afetou-me bastante. Pois se "Filhos do Vento e do Mar" se revelou um dos melhores livros de aventura que eu já li, este pôs término à aventura das personagens, àquela perfeição imperfeita da sua vida no mar. Por isso estou agradecida à Sandra Carvalho por ter dividido os dois livros e não ter mantido a coleção como uma duologia como era inicialmente teria sido. É uma coleção que todos os amantes de aventura devem ler. Todos aqueles que gostam de sentir o coração a bater rápido enquanto leem.

  23. 5 out of 5

    Maria

    This review has been hidden because it contains spoilers. To view it, click here. Este livro poderia não existir. Dadas as suas dimensões e as peripécias narradas, era perfeitamente exequível encerrar a história no volume anterior, bastando adicionar uma centena de páginas. Sinceramente, considero este volume como o menos interessante da trilogia, sendo previsível e indo ao encontro do "e todos viveram felizes para sempre" e "todo o mal foi castigado" a um nível que roça o irreal. As próprias personagens parecem ainda menos credíveis, com mudanças de atitudes e sentimentos qu Este livro poderia não existir. Dadas as suas dimensões e as peripécias narradas, era perfeitamente exequível encerrar a história no volume anterior, bastando adicionar uma centena de páginas. Sinceramente, considero este volume como o menos interessante da trilogia, sendo previsível e indo ao encontro do "e todos viveram felizes para sempre" e "todo o mal foi castigado" a um nível que roça o irreal. As próprias personagens parecem ainda menos credíveis, com mudanças de atitudes e sentimentos que parecem forçadas de tão rápidas, tornando-as menos humanas e reais. Já para não falar da escrita da autora, que insiste em empregar palavras arcaicas que destoam totalmente do resto do discurso. Ainda assim, é de leitura rápida e leve, bom para ler de uma assentada e terminar sem grandes dilemas nem angústias - o que nem sempre é um bom sinal, contudo.

  24. 4 out of 5

    Carolina Ferreira

    A tripulação d'O Rouxinol sabe agora da verdadeira identidade de Leonor. Ao ponto que alguns dos seus companheiros mantêm o respeito por ela, embora surpreendidos pelo facto de ela ser uma mulher, outros, como Corvo sentem-se traídos perante esta revelação. Mas Leonor já não é a mesma rapariga que saiu de Águas Santas, e agora reconhece que estava errada em relação aos piratas, e até mesmo ao seu pai, que teve outra filha, Flor, que possui um poder extraordinário. Leonor tem outras prioridades nes A tripulação d'O Rouxinol sabe agora da verdadeira identidade de Leonor. Ao ponto que alguns dos seus companheiros mantêm o respeito por ela, embora surpreendidos pelo facto de ela ser uma mulher, outros, como Corvo sentem-se traídos perante esta revelação. Mas Leonor já não é a mesma rapariga que saiu de Águas Santas, e agora reconhece que estava errada em relação aos piratas, e até mesmo ao seu pai, que teve outra filha, Flor, que possui um poder extraordinário. Leonor tem outras prioridades neste momento: recuperar a confiança de Corvo, entender a sua relação, e chegar à Ilha das Flores, tendo a oportunidade de conhecer finalmente o pai e a irmã. No entanto, o passado persegue-a, e tanto ela como Guida sabem que se querem alcançar a tão almejada paz, têm de derrotar Tomás Rebelo primeiro. O derradeiro final desta trilogia, que, garanto, é de leitura obrigatória!

  25. 4 out of 5

    Helena Rodrigues (Aromas de Cor ~ Livrólicos de Cá e de Lá)

    O que dizer: o que é bom acaba depressa! Findou-se esta trilogia tão rapidamente!! Neste terceiro volume temos finalmente o culminar da história de Leonor e Jorge, o tão famoso Corvo! A chegada aos Açores e com esta a nova família de Leonor que a recebe de braços abertos! Este não tem tanta ação mas para as românticas como eu tem amor que chegue! Mas é também o final da ameaça do grande vilão! Não desapontou este final de todo tem surpresas inesquecíveis! Recomendo vivamente, uma escritora tão noss O que dizer: o que é bom acaba depressa! Findou-se esta trilogia tão rapidamente!! Neste terceiro volume temos finalmente o culminar da história de Leonor e Jorge, o tão famoso Corvo! A chegada aos Açores e com esta a nova família de Leonor que a recebe de braços abertos! Este não tem tanta ação mas para as românticas como eu tem amor que chegue! Mas é também o final da ameaça do grande vilão! Não desapontou este final de todo tem surpresas inesquecíveis! Recomendo vivamente, uma escritora tão nossa e uma história tão boa!

  26. 5 out of 5

    Mª João Monteiro

    Nesta saga só lamento não termos mais descrições das ilhas e do que lá se fazia. Acaba por ser uma história de amores e desencontros em que o cenário pouca importância tem. Também achei que não tem a intensidade da Saga das Pedras Mágicas. Esperava melhor, mas lê-se bem e não é aborrecido nem nada disso. A linguagem e a revisão de texto deixam um pouco a desejar: os pronomes pessoais átonos são mal colocados e isso deixa-me mesmo aborrecida; isso acontece em especial no segundo volume da saga.

  27. 5 out of 5

    MsAnaWolf

    4 estrelas - podia ter sido maior - os últimos 3 capítulos serviram para conciliar o amor de Leonor e Corvo - o epílogo deixou mais dúvidas que respostas - ficarei à espera da próxima trilogia (só pode!)

  28. 5 out of 5

    Cláudia

    http://umabibliotecaemconstrucao.blog... http://umabibliotecaemconstrucao.blog...

  29. 5 out of 5

    Carolina

    This review has been hidden because it contains spoilers. To view it, click here. Finalmente chegamos ao fim da história de Leonor. Após as muitas peripécias vividas a bordo do “Rouxinol”, as personagens regressam a casa e dão-se encontros há muito esperados. Devo confessar que gostava que a história de amor entre Leonor e Corvo tivesse sido mais explorada...passaram grande parte da história às turras e a lutar contra o amor que os unia, que o final me soube a pouco. Além disso, acho que ficaram algumas questões por responder, sendo que o final do livro deixa a impressão que Finalmente chegamos ao fim da história de Leonor. Após as muitas peripécias vividas a bordo do “Rouxinol”, as personagens regressam a casa e dão-se encontros há muito esperados. Devo confessar que gostava que a história de amor entre Leonor e Corvo tivesse sido mais explorada...passaram grande parte da história às turras e a lutar contra o amor que os unia, que o final me soube a pouco. Além disso, acho que ficaram algumas questões por responder, sendo que o final do livro deixa a impressão que ainda existe mais história para explorar. Não sou muito fã de finais abertos, por isso ficaria muito feliz se houvesse um quarto livro que explicasse o que afinal aconteceu com a população da Ilha das Flores. Não obstante, foi um bom final para esta maravilhosa trilogia. Sou grande fã da escrita da Sandra Carvalho e, sem dúvida, que continuarei a acompanhar o seu trabalho.

  30. 4 out of 5

    Rita

    Depois das atribulações do volume anterior, fiquei completamente assoberbada pelas emoções que este último volume carrega! É impossível largar o livro e nada nos faz prever as reviravoltas que surgem no final da história, mas como vem sendo hábito nas narrativas da Sandra Carvalho, o amor vence sempre, mesmo quando tudo parece perdido. Mais do que as contradições impostas às personagens, a aura de suspense submerge o leitor na ansiedade de saber o que acontece a seguir. A autora tem, sem dúvida, Depois das atribulações do volume anterior, fiquei completamente assoberbada pelas emoções que este último volume carrega! É impossível largar o livro e nada nos faz prever as reviravoltas que surgem no final da história, mas como vem sendo hábito nas narrativas da Sandra Carvalho, o amor vence sempre, mesmo quando tudo parece perdido. Mais do que as contradições impostas às personagens, a aura de suspense submerge o leitor na ansiedade de saber o que acontece a seguir. A autora tem, sem dúvida, uma escrita arrebatadora que continua a surpreender e não deixa ninguém indiferente, contruindo narrativas repletas de personagens aguerridas e muito humanas, que penam muito para conquistar a sua felicidade, mas não desistem. Que venham muitos, muitos mais livros da autora!

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