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Left and Right: The Significance of a Political Distinction

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Politicians and pundits have long disparaged their opponents with polemicist cries of "leftist!" or "rightist!" But with the fall of communism and the recent conservative ascendancy in the United States and Europe, many commentators have flatly declared that the traditional left/right distinction has lost its relevance. Now, even as political players scramble to redefine t Politicians and pundits have long disparaged their opponents with polemicist cries of "leftist!" or "rightist!" But with the fall of communism and the recent conservative ascendancy in the United States and Europe, many commentators have flatly declared that the traditional left/right distinction has lost its relevance. Now, even as political players scramble to redefine themselves with freshly "spun" labels, Norberto Bobbio asserts that the demise of the left/right distinction has been greatly exaggerated. Bobbio argues that left and right are not absolute terms, but represent a shifting map of the political spectrum, relative to the particular cultural and historical contexts of a given time. The distinction continues to endure because it reflects the essentially antithetical nature and dynamics of democratic politics. In his accessible yet provocative style, Bobbio constructs a historically informed, analytic division of the political universe along two foundational axes, from equality to inequality, from liberty to authoritarianism. He then charts the past and present tendencies of the left and the right, in both their more moderate and more virulently extreme forms. Ultimately, for Bobbio, the measure of post-modern democracy will indeed lie in where and how we situate ourselves relative to these critical left/right parameters, in whether we cast ourselves, our votes, and our era in terms of political expediency, social viability, or moral responsibility. A bestseller in Italy, where it sold over three hundred thousand copies, Left and Right is an important contribution to our understanding of global political developments in the 1990s and beyond.


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Politicians and pundits have long disparaged their opponents with polemicist cries of "leftist!" or "rightist!" But with the fall of communism and the recent conservative ascendancy in the United States and Europe, many commentators have flatly declared that the traditional left/right distinction has lost its relevance. Now, even as political players scramble to redefine t Politicians and pundits have long disparaged their opponents with polemicist cries of "leftist!" or "rightist!" But with the fall of communism and the recent conservative ascendancy in the United States and Europe, many commentators have flatly declared that the traditional left/right distinction has lost its relevance. Now, even as political players scramble to redefine themselves with freshly "spun" labels, Norberto Bobbio asserts that the demise of the left/right distinction has been greatly exaggerated. Bobbio argues that left and right are not absolute terms, but represent a shifting map of the political spectrum, relative to the particular cultural and historical contexts of a given time. The distinction continues to endure because it reflects the essentially antithetical nature and dynamics of democratic politics. In his accessible yet provocative style, Bobbio constructs a historically informed, analytic division of the political universe along two foundational axes, from equality to inequality, from liberty to authoritarianism. He then charts the past and present tendencies of the left and the right, in both their more moderate and more virulently extreme forms. Ultimately, for Bobbio, the measure of post-modern democracy will indeed lie in where and how we situate ourselves relative to these critical left/right parameters, in whether we cast ourselves, our votes, and our era in terms of political expediency, social viability, or moral responsibility. A bestseller in Italy, where it sold over three hundred thousand copies, Left and Right is an important contribution to our understanding of global political developments in the 1990s and beyond.

30 review for Left and Right: The Significance of a Political Distinction

  1. 4 out of 5

    Dario Andrade

    O Brasil parece que vive em sua bolha própria de espaço-tempo, em que as coisas acontecem com um atraso em relação ao resto do mundo. É o caso da discussão sobre os elementos que definem o que é direita ou esquerda, que está presente, mesmo que de forma não muito clara nos atuais debates políticos brasileiros, em que os maiores disparates são ditos despudoramente, seja pela mais sincera falta de vergonha na cara, seja pela genuína falta de caráter que acredita que qualquer mentira pode ser expr O Brasil parece que vive em sua bolha própria de espaço-tempo, em que as coisas acontecem com um atraso em relação ao resto do mundo. É o caso da discussão sobre os elementos que definem o que é direita ou esquerda, que está presente, mesmo que de forma não muito clara nos atuais debates políticos brasileiros, em que os maiores disparates são ditos despudoramente, seja pela mais sincera falta de vergonha na cara, seja pela genuína falta de caráter que acredita que qualquer mentira pode ser expressa sem ressentimento ou, ainda, o que é muito comum no Brasil, pela mais completa ignorância e preguiça. Assim, resolvi ler esse breve ensaio do Bobbio, escrito no já longínquo ano de 1994, quando essa discussão sobre o que define e distingue direita e esquerda despertava interesse na Itália, então ainda recém-saída da Operação Mãos Limpas, que causou gigantescos abalos sísmicos no sistema político daquele país. Mas o que define – e consequentemente – distingue esquerda e direita? Sim, ele apresenta uma resposta, mas, antes, ele frisa que que “Esquerda e direita indicam programas contrapostos com relação a diversos problemas cuja solução pertence habitualmente à ação política, contrastes não só de ideias, mas também de interesses e valorações a respeito da direção a ser seguida pela sociedade, contrastes que existem em toda sociedade e que não vejo como possam simplesmente desaparecer (51)”. Esquerda e direita se definem, segundo ele, em razão do lugar no ‘espaço político’, que varia historicamente, mas que sempre lidam com em relação à dupla igualdade-desigualdade. A palavra igualdade, ele reconhece, é escorregadia: “estes conceitos tão abstratos, podem ser interpretados, e têm sido interpretados, de muitas maneiras e sua maior ou menor preferibilidade depende do modo como são interpretados”. O conceito de igualdade é relativo, não absoluto (112), mas igualdade deve ser entendida em razão de três variáveis: a) os sujeitos entre os quais se trata de repartir os bens, e os ônus; b) os bens e os ônus a serem repartidos; c) o critério com base no qual fazer a repartição (112). E mais ainda, igualdade é um elemento compreendido de forma diferente pela esquerda e direita. “o igualitário parte da convicção de que a maior parte das desigualdades que o indignam, e que gostaria de fazer desaparecer, são sociais, e, enquanto tal, elimináveis; o inigualitário, ao contrário, parte da convicção oposta, de que as desigualdades são naturais e, enquanto tal inelimináveis” (121) Mas ele ressalta que a igualdade é, para ele, um termo neutro, não é bom ou ruim: “Mais uma vez não estou dizendo que uma maior igualdade é um bem e uma maior desigualdade um mal. Não desejo sequer dizer que uma maior igualdade seja sempre e em todos os casos preferível a outros valores como a liberdade, o bem-estar, a paz”. E a liberdade? Ele considera que ela é uma modulação que distingue moderados de extremados, seja à esquerda, seja à direita: a) extrema-esquerda estão igualitários e autoritários; b) na centro-esquerda estão igualitários e libertário; c) na centro-direita, estão libertários e inigualitários; d) antiliberais e anti-igualitários. Enfim, um livro honesto, imparcial, analítico, que possui elementos relevantes para a reflexão política.

  2. 4 out of 5

    Anil Kahvecioglu

    Very good philosophical discussion concerning left-right dyad even though sometimes I felt like I was lost and had the difficulty to find an anchor point in the discussions. It was sometimes like a sophisticated stream of consciousness in which I also let myself flow. I like his discussion on included middle vs inclusive middle while he was showing how the middle between left and right acts like an inclusive middle whose purpose is nothing but eradicating the two poles and subsuming it within it Very good philosophical discussion concerning left-right dyad even though sometimes I felt like I was lost and had the difficulty to find an anchor point in the discussions. It was sometimes like a sophisticated stream of consciousness in which I also let myself flow. I like his discussion on included middle vs inclusive middle while he was showing how the middle between left and right acts like an inclusive middle whose purpose is nothing but eradicating the two poles and subsuming it within its own “middle” boundaries. I think this is the basic mindset of those which try to surpass the left-right duality and persuade people for the extinction of any such dual understanding of politics. Bobbio is right to insist that left-right distinction is still relevant because this distinction shows itself most powerfully in times of crisis where parties are tended to display themselves basically as Two and it seems that this is not something that politics can escape from at any time. I think today we can see the practical reflections of such a division much more obviously in contrast to the optimistic weather of the post-Soviet dissolution era which proves the necessity of this dyadic conceptual approach. In additon, that Bobbio takes equality and inequality as the decisive factors of left and right is also a good point and seems that it is a valid one. I appreciate his endeavor to not to fall into the trap of “extremism” in the sense of “utopian equality”. He uncomplicatedly argues that left tries to reduce the level of inequalities and works for more equality whereas right justifies its stance through natural inequalities. Fair and conceptually functional. Right is like Nietzsche who constructs equality as an artifical phenomenon, which aims to destroy the already existing inequality and left is like Rousseau who constructs equality as a natural phenomenon, which is distorted by artificial inequality. Good way of illustrating the fundamental distinction between the two.

  3. 4 out of 5

    Bernardo Kaiser

    I laughed when Bobbio called Dugin "mentally confused" I laughed when Bobbio called Dugin "mentally confused"

  4. 4 out of 5

    Luca Dell'Oca

    Un bellissimo saggio che, senza cercare di dire quale dei due schieramenti sia migliore, tenta di spiegare la differenza storica tra Destra e Sinistra. E ciò nonostante fossero ben note le idee politiche di Bobbio, che le indica anche nel libro stesso. Riteniamo che gli uomini siano tutti uguali in principio, che le disuguaglianze siano unicamente di natura sociale, e che sia quindi la società a dovervi porre rimedio, come pensava Rousseau? Oppure pensiamo che le disuguaglianze siano naturali e c Un bellissimo saggio che, senza cercare di dire quale dei due schieramenti sia migliore, tenta di spiegare la differenza storica tra Destra e Sinistra. E ciò nonostante fossero ben note le idee politiche di Bobbio, che le indica anche nel libro stesso. Riteniamo che gli uomini siano tutti uguali in principio, che le disuguaglianze siano unicamente di natura sociale, e che sia quindi la società a dovervi porre rimedio, come pensava Rousseau? Oppure pensiamo che le disuguaglianze siano naturali e che vadano in quanto tali solo accettate, e che la società non debba quindi artificiosamente cercare di rendere gli uomini uguali, come pensava Nietzsche?

  5. 4 out of 5

    Mz

    This review has been hidden because it contains spoilers. To view it, click here. https://www.fractalart.gr/dexia-kai-a... https://www.fractalart.gr/dexia-kai-a...

  6. 5 out of 5

    Antonio Gallo

    Questa faccenda degli aggettivi di “destra” e di “sinistra”, applicati alla vita, ci tormenta sin da quando veniamo al mondo, il mondo della politica, delle arti, della scienza, specialmente qui da noi in Italia. I due aggettivi si dichiarano e si contrappongono, si incontrano e si scontrano, si condannano e si assolvono, si ingannano e si evitano, non possono mai amarsi e odiarsi, intendersi e accettarsi, comprendersi e convivere. Sin dai tempi di Cristo, c’era chi sedeva alla sua destra e chi a Questa faccenda degli aggettivi di “destra” e di “sinistra”, applicati alla vita, ci tormenta sin da quando veniamo al mondo, il mondo della politica, delle arti, della scienza, specialmente qui da noi in Italia. I due aggettivi si dichiarano e si contrappongono, si incontrano e si scontrano, si condannano e si assolvono, si ingannano e si evitano, non possono mai amarsi e odiarsi, intendersi e accettarsi, comprendersi e convivere. Sin dai tempi di Cristo, c’era chi sedeva alla sua destra e chi alla sua sinistra, chi continua ad essere un figuro “sinistro” che non potrà mai sfilare insieme ad un “figuro” di destra, del quale rifiuterà sempre di accettare le idee, i gusti, le letture, i giornali, le posizioni e quant’altro sotto il cielo nel grande universo delle idee. Anche nel campo della letteratura il dibattito è aperto e, a quanto sembra, di difficile soluzione. Ci ha provato di recente anche l’autorevole rivista letteraria inglese "Literary Review" che qui propongo alla lettura, con una chiosa personale finale. "Tutto parte dalla domanda perché gran parte dell’arte, se non tutta l’arte, sia di Sinistra. Da questa considerazione è poi scaturita la domanda chi fossero gli scrittori di Destra. Mentre a quest’ultimo interrogativo si risponde facendo dei nomi a caso, come ad esempio Iris Murdoch, Evelyn Waugh e Anthony Powell, sullo scenario di lingua inglese, alla prima si risponde affermando che gran parte del “prodotto” artistico è di sinistra perché l’arte è protesta per antonomasia, per prima cosa e, poi, una critica della società in cui viviamo. Ma le cose, secondo l’estensore dell’articolo, non sono poi così semplici come sembrano. Orwell, un uomo di sinistra, si chiese spesso nei suoi scritti, come mai tanti grandi scrittori moderni fossero stati attratti da ideologie di Destra, come il Fascismo, nel caso di Eliot, Pound e Yeats. “Bisogna approfondire la relazione che intercorre tra Fascismo e l’intelligentsia letteraria e Yeats potrebbe essere il punto di partenza”, così scrisse nel 1943. Oggi, molti di questi scrittori, tra i quali anche D. H. Lawrence, sarebbero certamente di sinistra nei confronti di ciò che noi chiamiamo “globalizzazione”. Orwell affermò che è una costante nell’opera di Yeats “il suo odio per la civiltà moderna occidentale”. Tracce di questo odio le si trovano anche in Eliot, Pound, Lawrence. Tutti protestano contro le brutture del mondo moderno, esprimendo il proprio disgusto per la macchina del tempo e per la corruzione dei valori umani e civili che essa hanno prodotto. Pound, nel suo odio per l’usura, è tanto ostile ai banchieri quanto lo sono i manifestanti contro il G8. Fu la sua ripulsa per il “potere del danaro” che lo spinse al fianco di Mussolini e del Fascismo italiano. L’obbiettivo può essere lo stesso, ma la protesta di Destra ha radici diverse e forse più profonde. La sua rabbia nasce dalla distruzione di un ordine ereditato del modo di vivere. Dà più valore e forza alla cultura senza tempo, riconoscendo che non ci può essere progresso nelle arti (anche se ci possono essere innovazione e nuove tecniche), la protesta di Destra tende piuttosto verso lo scetticismo. “Quando le antiche opinioni e le regole della vita scompaiono, scrisse Burke, la perdita non può essere valutata”. Gli ambientalisti di oggi, che si collocano oggi a Sinistra, non possono non essere d’accordo con un’affermazione del genere. Naturalmente, l’idea che l’arte sia espressione di protesta, o sostanzialmente uno strumento di protesta è, in se stessa, un’idea relativamente moderna, sia da Destra che da Sinistra. Essa risale al Romanticismo. Prima, gran parte dell’arte era la celebrazione dell’ordine precostituito e come tale fu critica nella misura in cui questa critica era diretta a coloro i quali intendevano disturbare quell’ordine. La satira, ad esempio, era in genere, conservatrice. La rabbia e la critica nascevano dalle follie, dai vizi e dalle vanità del tempo. Chi scriveva satire si rifaceva ad un’Epoca, un’Età lontana, e anche del tutto immaginaria. Milton fu, da un punto di vista politico, di Sinistra, ma la sua arte non era affatto un’arte sovversiva. Nella stesura del “Paradiso Perduto” egli intese “giustificare le vie di Dio agli uomini”. Egli sosteneva che il mondo poggiava su un ordine ben preciso. Solo l’inganno e la disubbidienza dell’uomo avevano creato disordine. In politica Milton fu un radicale e un repubblicano, oggi lo diremmo un modernista. Le sue opere in prosa potrebbero essere definite oggi letteratura di protesta. Ma, sebbene egli fosse un Cristiano ortodosso, con tendenze verso l’Unitarismo, la sua poesia, nella forma più elevata, si colloca nella tradizione Cristiana. Il “Paradiso Perduto” è un esempio dell’arte cristiana rinascimentale paragonabile a quella di Michelangelo e ai suoi dipinti nella Cappella Sistina. Come la musica delle “Passioni” di Bach. Un’arte del genere è un’arte positiva. Gli artisti, come cittadini, possono appartenere alla Destra o alla Sinistra. Alcune loro opere possono essere ispirate da sentimenti politici. Nei loro diari, nelle lettere e nelle conversazioni essi possono esprimere opinioni anche violente e crude. Pensiamo, ad esempio, alla corrispondenza tra Philip Larkin e Kinsley Amis. Essi possono anche scrivere sciocche e banali poesie politiche come quelle di Harold Pinter. Ma la loro vera opera non è una questione di sentimenti, percezioni o opinioni. Nella loro opera fondamentale, la distinzione tra Destra e Sinistra ha poco a che fare con la politica o con fatti politici contingenti. Ha a che fare, piuttosto, con due cose fondamentali, strettamente collegate: la natura dell’uomo e la collocazione dell’Età dell’Oro. La Sinistra, sin dai tempi di Rousseau, ha considerato l’uomo come sostanzialmente buono in un contesto sociale e istituzionale crudele e cattivo. Sciogliete le sue catene, liberatelo dalle costrizioni e il bene che c’è nella sua natura verrà fuori. Per la Destra, l’Età dell’Oro deve ancora venire. La Destra, comunque, considera la natura dell’uomo come guastata. A Gulliver, il suo padrone a Brobdingnag, dice: “Non posso fare a meno di affermare che la vostra razza è la più perniciosa in natura che abbia mai strisciato sulla faccia della terra”. Questa miserabile creatura che è l’uomo deve quindi essere sottoposto ad un ordine. La Destra dà forza e valore alla tradizione perché, sempre citando Burke: “ abbiamo timore a collocare l’uomo nel suo proprio spazio di ragione privata perché abbiamo il sospetto che questo spazio sia troppo piccolo in ogni uomo e che gli individui farebbero meglio a rifornirsi alla banca generale e al capitale delle nazioni, e alle età”. Così l’Età dell’Oro risiede sempre nel passato. Gli artisti di Sinistra, per quanto arrabbiati, sono degli ottimisti. Quelli di Destra, anche se equilibrati e intelligenti, sono dei pessimisti. Eppure, lo stesso uomo può essere di Sinistra in politica, per quanto riguarda le sue opinioni e la vita di ogni giorno, ma può essere di Destra nella sua Arte. Graham Greene è un buon esempio in tal senso: di Sinistra in politica, di Destra per quanto riguarda la natura dell’uomo nei suoi romanzi." Una conclusione la vuole trarre, modestamente, anche il sottoscritto che ha tradotto questo articolo dall’inglese. Non è che molti artisti, scrittori, poeti e intellettuali, una volta acquisita fama e successo, hanno il cuore a Sinistra e il portafoglio a Destra? L’Età dell’Oro, tanto per mantenere l’espressione usata dall’autore inglese dell’articolo, una volta acquisita, deve essere mantenuta e difesa da tutti gli attacchi che potranno venire sia da una parte che dall’altra! O sbaglio?

  7. 4 out of 5

    Gustavo Trajano

    Para o autor, a divisão entre Direita e Esquerda expressa uma diferença de atitude diante da desigualdade. A Esquerda acreditaria que a maior parte das desigualdades seria social e portanto eliminável, a Direita, que a maior parte delas seria natural e portanto ineliminável. Críticas do prof. Perry Anderson ao autor: - Supondo que fossem canceladas as diferenças de classes, a posição ocupado por cada um seria determinada pelas respectivas qualidades biológicas (graus de inteligência inata), levan Para o autor, a divisão entre Direita e Esquerda expressa uma diferença de atitude diante da desigualdade. A Esquerda acreditaria que a maior parte das desigualdades seria social e portanto eliminável, a Direita, que a maior parte delas seria natural e portanto ineliminável. Críticas do prof. Perry Anderson ao autor: - Supondo que fossem canceladas as diferenças de classes, a posição ocupado por cada um seria determinada pelas respectivas qualidades biológicas (graus de inteligência inata), levando a formas novas de estratificação. O Autor não poderia tratar a igualdade/desigualdade como uma escolha fundamentalmente política. - Nos últimos decênios, os governos de esquerda na Europa produziram igual ou maior desigualdade que os de direita. A teoria da desigualdade produtiva foi produzida na poderosa obra de Hayek e Bobbio nunca se empenhou num confronto com Hayek. - Bobbio afirma ser irreversível a tendencia de longo prazo em direção a uma maior igualdade, mas logo em seguida se contradiz afirmando que esse movimento rumo a civilização não é necessário, mas apenas possível. - O Autor escreve como se pudesse separar sua teoria da história contemporânea atual. - Histórico de Bobbio: entre 1950-1980 contestou o marxismo italiano, foi opositor do comunismo dentro e fora da Itália, defendendo o socialismo liberal. Nos anos 1970 considerava-se um social-democrata, num pais onde a social-democracia não existia. Hoje ele rescreve a social-democracia como socialismo liberal, promovendo uma significativa redução em suas próprias expectativas. - O fim do emprego estável, a redução da seguridade social, a universidade das doutrinas neoliberais sobre o crescimento econômico poe em questão o tradicional contraste entre Direita e Esquerda de uma maneira mais precisa que a teoria formal de Bobbio. - Nos EUA os termos Direita e Esquerda tem circulação limitada no meio acadêmico e nenhum valor nos debates públicos e populares. Uma situação bastante parecida pode ser encontrada no Japão com a liquidação do ex-Partido Social-democrático e a cisão interna do Partido Liberal Democrático. Em resumo, falta de uma abordagem mais profunda sobre propriedade pública x privada, livre mercado x economia regulada, intervenção Estatal e etc. Falta também referência as ideologias de Estado mínimo ou nulo, como o “libertarianismo” de direita, defendido por Hayek e Mises.

  8. 5 out of 5

    Lucía Vijil Saybe

    Bobbio, genera conflictos sobre los conceptos relativos históricos y no absolutos: deerecha e izquierda. Si una no existe, la otra tampoco... lo que nos obliga a empezar a pensar la lógica izquierda y derecha bajo el término de la igualdad, ¿para qué? ¿por qué? ¿quiénes?, las desfiguraciones de las democracias en campos competitivos de ver "al ganador" o al que "da una lección", nos ha convertido en militantes/organizaciones poco reflexivas y transformadoras sobre lo que realmente importa. Bobbio Bobbio, genera conflictos sobre los conceptos relativos históricos y no absolutos: deerecha e izquierda. Si una no existe, la otra tampoco... lo que nos obliga a empezar a pensar la lógica izquierda y derecha bajo el término de la igualdad, ¿para qué? ¿por qué? ¿quiénes?, las desfiguraciones de las democracias en campos competitivos de ver "al ganador" o al que "da una lección", nos ha convertido en militantes/organizaciones poco reflexivas y transformadoras sobre lo que realmente importa. Bobbio dice: "La democracia favorece a los moderados, castiga a los extremistas". Repensemos la izquierda, para todos, desde Bobbio.

  9. 5 out of 5

    Aldo Rita

    Questo libro è stato pubblicato all’inizio del 1994 alla vigilia di quelle elezioni che sarebbero state vinte da Silvio Berlusconi e dal suo schieramento. È un libro piccolo ma interessante. Viene preso in esame il problema del rapporto, nell’ambito politico, tra destra e sinistra e se tale distinzione abbia ancora un senso oggi. All’inizio vengono prese in considerazione e analizzate criticamente le ragioni che vengono addotte per negare la validità della distinzione tra destra e sinistra nella Questo libro è stato pubblicato all’inizio del 1994 alla vigilia di quelle elezioni che sarebbero state vinte da Silvio Berlusconi e dal suo schieramento. È un libro piccolo ma interessante. Viene preso in esame il problema del rapporto, nell’ambito politico, tra destra e sinistra e se tale distinzione abbia ancora un senso oggi. All’inizio vengono prese in considerazione e analizzate criticamente le ragioni che vengono addotte per negare la validità della distinzione tra destra e sinistra nella società attuale, e cioè la crisi delle ideologie, la complessità delle società democratiche, la presenza del centro, le varie proposte di una “terza via” che superi la distinzione, la nascita di nuovi problemi che non esistevano quando è nata la distinzione e la nascita di partiti o movimenti che se ne fanno carico (come i Verdi) e soprattutto “il riconoscimento che le due etichette sono diventate mere finzioni e, in realtà di fronte alla complessità e novità dei problemi che i movimenti politici debbono affrontare i “destri” i “sinistri” dicono su per giù le stesse cose, formulano, a uso e consumo dei loro elettori, più o meno gli stessi programmi, e si pongono gli stessi fini immediati” ed inoltre “tra una parte e l’altra non esistono più quelle (pretese) differenze che meritano di essere contrassegnate con nomi diversi i quali finiscono per ingenerare la falsa credenza che esistano ancora delle contrapposizioni che in realtà non ci sono più, e per alimentare contese artificiali ed ingannevoli”. Nel secondo capitolo viene fatta la distinzione tra estremisti e moderati sia nell’ambito della destra che della sinistra. L’estrema destra e l’estrema sinistra hanno programmi politici opposti ed inconciliabili, però hanno un elemento comune, e cioè il rifiuto della democrazia. La critica alla democrazia può far propri gli stessi temi, e gli stessi autori possono “trasmigrare” cioè essere presi come punti di riferimento ora dall’una ora dall’altra parte. Nei capitoli IV e V vengono esaminati una serie di autori che hanno adottato diversi criteri per distinguere tra destra e sinistra. Il primo autore preso in esame è J.A. Laponce che distingue tra un ordinamento verticale (alto-basso) e uno orizzontale della politica (destra-sinistra) che si sarebbe affermato ed avrebbe prevalso con la Rivoluzione Francese. Questo autore sostiene che “L’analisi delle tendenze ideologiche del nostro tempo …………. è dominata dalla contrapposizione tra religione e politica considerate rispettivamente momento positivo e momento negativo della storia”. Inoltre “La distinzione tra destra e sinistra si risolve in ultima istanza nella distinzione tra sacro e profano entro la quale trovano posto altre differenze, come quella tra ordine gerarchico e ordine egualitario, e quella tra atteggiamento tradizionalistico favorevole alla continuità e atteggiamento volto al nuovo o progressista, favorevole alla rottura, alla discontinuità” Altro autore preso in considerazione è Dino Colafrancesco secondo cui la distinzione sarebbe tra emancipazione intesa come “liberazione dell’uomo dal potere ingiusto e oppressivo” per la sinistra e tradizione per la destra interpretati come “atteggiamenti di fondo, come mentalità”. Poi viene preso in considerazione il contrasto proposto da Elisabetta Galeotti e cioè gerarchia per la destra ed eguaglianza per la sinistra. Essa parte “dalla esigenza preliminare di distinguere contesti in cui la coppia viene usata, che sarebbero i seguenti: il linguaggio ordinario, quello della ideologia, l’analisi storico-sociologica, lo studio dell’immaginario sociale”. L’ultimo autore esaminato, Marco Revelli, mette infine in evidenza la relatività dei concetti di destra e sinistra e la e la variabilità dei contenuti. Propone cinque criteri di distinzione tra i quali il diverso atteggiamento nei confronti dell’eguaglianza è quello più importante. Anche secondo Bobbio la distinzione è basata sul diverso atteggiamento della destra e della sinistra relativamente al problema dell’eguaglianza. “L’egualitario parte dalla convinzione che la maggior parte delle diseguaglianze che lo indignano, e vorrebbe far sparire, sono sociali e, in quanto tali eliminabili; l’inegualitario, invece, parte dalla convinzione opposta, che siano naturali e, in quanto tali, ineliminabili”. (…) “L’idea qui formulata, secondo cui la distinzione tra sinistra e destra corrisponde alla differenza tra egualitarismo e inegualitarismo, e quest’ultima si risolve, in ultima istanza, nella differenza di percezione e valutazione di ciò che rende gli uomini uguali o diseguali, si pone ad un livello tale di astrazione che può servire tutt’al più a distinguere due tipi ideali.” “Scendendo ad un gradino più in basso, la differenza tra i due tipi ideali si traduce praticamente nella contrastante valutazione di ciò che è rilevante per giustificare o meno una discriminazione”. Per ciò che riguarda la libertà, invece, sia l’estrema destra che l’estrema sinistra rifiuterebbero il metodo democratico e sono autoritari ed antiliberali, a differenza della sinistra e della destra moderate che sarebbero entrambe libertarie, ma egualitaria la prima, inegualitaria la seconda. Bobbio definisce il metodo democratico “come l’insieme delle regole che consentono di prendere decisioni collettive attraverso liberi dibattiti e libere elezioni e non facendo ricorso all’uso della violenza”. Il libro si conclude con l’affermazione dell’esistenza di una tendenza verso una maggiore eguaglianza: “Mai come nella nostra epoca sono state messe in discussione le tre fonti principali di diseguaglianza, la classe, la razza e il sesso”. Nel libro Bobbio da una definizione della politica. Parlando di “nuovi problemi politici” afferma “Politici nel senso che richiedono soluzioni attraverso gli strumenti tradizionali dell’azione politica, cioè dell’azione che ha per scopo la formazione di decisioni collettive che una volta prese diventano vincolanti per tutta la collettività”. Ci sono due punti di vista per osservare la distinzione tra destra e sinistra, uno quella dell’osservatore neutrale e l’altra quella del militante. Afferma Bobbio “L’osservatore neutrale, ad esempio uno storico o un sociologo, considera suo compito specifico illustrare il significato descrittivo e di conseguenza mostrerà quali gruppi si considerano, o sono considerati in una data situazione di destra o di sinistra. I militanti, invece, tenderanno ad attribuire al loro programma un valore positivo, al programma dei loro avversari un valore negativo”. Pur avendo nel libro l’atteggiamento di un osservatore neutrale alla fine Bobbio, in un passo autobiografico, ci racconta le ragioni per la sua predilezione per i valori di sinistra. Parla di un suo “disagio di fronte allo spettacolo delle enormi diseguaglianze, tanto sproporzionate quanto ingiustificate, tra ricchi e poveri, tra chi sta in alto e chi sta in basso nella scala sociale, tra chi possiede potere, vale a dire capacità di determinare il comportamento altrui, sia nella sfera economica sia in quella politica e ideologica, e chi non lo ha”. Il libro è stato scritto poco dopo la caduta dei regimi comunisti nell’Unione Sovietica e nei paesi dell’Est Europeo. A proposito di questi regimi Bobbio parla giustamente di “utopia capovolta” “ovvero del capovolgimento totale di una grandiosa utopia egualitaria nel suo contrario”. Ma altrettanto giustamente afferma che il problema della disuguaglianza nel mondo continua a persistere. Il libro è molto bello. L’autore espone i problemi da tutti i possibili punti di vista e i problemi di cui parla sono attuali ancora oggi. Cosa direbbe Bobbio se fosse ancora vivo di fronte a partiti che si definiscono di sinistra e una volta andati al potere fanno una politica o adottano provvedimenti che sono più di destra che di sinistra o di partiti che considerano non più valida la distinzione tra destra e sinistra e arrivano al potere? Per me il libro è stato uno stimolo a riflettere e a ritrovare me stesso.

  10. 4 out of 5

    Thainara Amorim

    Uma leitura obrigatória para a universidade que me agradou mais do que eu esperava. Bobbio faz um ótimo trabalho em reunir evidências históricas e teóricas para justificar a existência da díade direita e esquerda.

  11. 5 out of 5

    Andrea Rossi

    Approccio filosofico alle distinzioni tra la destra e la sinistra quali identità politiche assolute.

  12. 4 out of 5

    مرتضى العطيه

    كتيب مهم جدا يبسط فيه المفكر اليساري بوبيو اهم ركائز الفكر اليساري وفيه ملاحق تحوي نقاشات مهمة ايضا

  13. 4 out of 5

    C M

    In this little book famed Italian political theorist Norberto Bobbio does three things: (1) defend the continuing relevance of the left-right distinction in politics; (2) give a concise overview of the meanings of left-right in history and academic literature; and, most importantly, (3) provide a clear and concise description of the core of both 'left' and 'right' ideologies. What sets his 'definition' apart from most others is that it captures the essences of all historical divisions (pro- vers In this little book famed Italian political theorist Norberto Bobbio does three things: (1) defend the continuing relevance of the left-right distinction in politics; (2) give a concise overview of the meanings of left-right in history and academic literature; and, most importantly, (3) provide a clear and concise description of the core of both 'left' and 'right' ideologies. What sets his 'definition' apart from most others is that it captures the essences of all historical divisions (pro- versus anti-French Revolution, religious-secular, state-market) as well as the major contemporary one (nationalist-cosmopolitan/multicultural). Of particular interest is his discussion of the relationship between equality and freedom. My favorite quote of the book is: "Generally speaking, because it has to be imposed, every extension of the public sphere for egalitarian purposes restricts freedom of choice in the private sphere, which is intrinsically inegalitarian, because the private freedom of the rich is immeasurably greater than that of the poor." (pp.74-75)

  14. 4 out of 5

    Procyon Lotor

    di interesse storico Oltre all'analoga ma ficcante analisi e commento del sempre ottimo Gaberscik al quale rinvio, rimangono forse solo due ulteriori considerazioni al famoso libello, la prima che i concetti qui contenuti non spiegano molto degli ultimi 15 anni e chi ci ha creduto ha quasi sempre perso seggi, soldi e senno; la seconda - fondante e foriera del vero terreno dove si � tenuto l'agone - che destra e sinistra sono di certo due "trade mark"! Come Coca o Pepsi. Meglio ancora, come quell di interesse storico Oltre all'analoga ma ficcante analisi e commento del sempre ottimo Gaberscik al quale rinvio, rimangono forse solo due ulteriori considerazioni al famoso libello, la prima che i concetti qui contenuti non spiegano molto degli ultimi 15 anni e chi ci ha creduto ha quasi sempre perso seggi, soldi e senno; la seconda - fondante e foriera del vero terreno dove si � tenuto l'agone - che destra e sinistra sono di certo due "trade mark"! Come Coca o Pepsi. Meglio ancora, come quelle pubblicit� dove l'auto nuova va - sola - lungo una strada perfetta... in un mondo privo di fabbriche d'auto e di pozzi petroliferi e anche di acquirenti. Ma il libro di che parla? Ah, fa un'equa divisione degli attributi per la destra, mediamente merda, e della sinistra, nettare, e conclude che � meglio questa. Un fenomeno. Un abilissimo fenomeno, sciap�..

  15. 5 out of 5

    Al

    A highly enjoyable and thorough/concise read! I wanted to get an exploration of all the definitions of left/right politics, and this is the perfect book to do it. It gives the distinction between left and right politics in terms of the qualitative arguments, and the general attitudes towards equality and liberty. It won't give you a detailed summary of all the political movements for the past 200 years, but it explains the main ones. (it even explains Jacobianism, so I would rate it high on this A highly enjoyable and thorough/concise read! I wanted to get an exploration of all the definitions of left/right politics, and this is the perfect book to do it. It gives the distinction between left and right politics in terms of the qualitative arguments, and the general attitudes towards equality and liberty. It won't give you a detailed summary of all the political movements for the past 200 years, but it explains the main ones. (it even explains Jacobianism, so I would rate it high on this) The author preaches in the beginning about how he is trying not to make any "value judgements" so as to stay as neutral as possible, but obviously not only he admits that he is left-wing at the end of the book, but it is pretty obvious that he is all throughout the book.

  16. 5 out of 5

    Viktoras

    Lygybė ar laisvė? Štai kur klausimas. Pasisakai už lygybę? krypsti į kairę. Pasisakai už laisvę? linksti į dešinę. Tokia trumpa išvada apie politinių krypčių esmę. Tačiau šioje knygoje nėra viskas taip paprastai ir aiškiai išskirta. Nemaža dalis knygos skiriama nagrinėti, įvairius kitus galimus skirstymo būdus, vedamas ginčas. Ar kairės ir dešinės skirtis dar yra aktuali. Nepaisant visų nukrypimų, išvedžiojimų, tiesaus ir akivaizdaus skirtumo, tarp kairės ir dešinės, neparodymo, knyga verta dėmes Lygybė ar laisvė? Štai kur klausimas. Pasisakai už lygybę? krypsti į kairę. Pasisakai už laisvę? linksti į dešinę. Tokia trumpa išvada apie politinių krypčių esmę. Tačiau šioje knygoje nėra viskas taip paprastai ir aiškiai išskirta. Nemaža dalis knygos skiriama nagrinėti, įvairius kitus galimus skirstymo būdus, vedamas ginčas. Ar kairės ir dešinės skirtis dar yra aktuali. Nepaisant visų nukrypimų, išvedžiojimų, tiesaus ir akivaizdaus skirtumo, tarp kairės ir dešinės, neparodymo, knyga verta dėmesio, norint tiksliau susigaudyti kuo turėtų skirtis dešinės ir kairės pusės politika ir politikai.

  17. 4 out of 5

    Abraham

    Una explicación muy sencilla y amena sobre las diferencias entre la política de izquierda y de derecha y sus diferencias fundamentales, y por qué esos términos siguen siendo de utilidad actualmente para definir agrupaciones políticas. Menciona, por ejemplo, el desprecio por la democracia que se encuentra entre las partes más extremas de ambas tendencias. Muy útil para entender los movimientos políticos si no tienes una idea clara de cómo funcionan. Como política para dummies.

  18. 5 out of 5

    Marco Svevo

    Questo è veramente un libro fondamentale che andrebbe letto riletto straletto eletto e rieletto. Senza essere necessariamente d'accordo con l'autore. Indimenticabile quando lessi che Rousseau sta al concetto di sinistra come Nietzsche sta a quello di destra (mandandomi in corto circuito politico). Questo è veramente un libro fondamentale che andrebbe letto riletto straletto eletto e rieletto. Senza essere necessariamente d'accordo con l'autore. Indimenticabile quando lessi che Rousseau sta al concetto di sinistra come Nietzsche sta a quello di destra (mandandomi in corto circuito politico).

  19. 4 out of 5

    Nate Markham

    A quick read that will help you clarify the difference between left and right. The book asks the question if left and right is a valid way to separate political ideas. Shows differences and similarities between far left and far right and moderate left and moderate right.

  20. 5 out of 5

    Chip Berlet

    This is a very useful book for analysts and strategists on the Left. I have cited it several times and keep returning to it to re-read sections.

  21. 5 out of 5

    Cheppalleee

    Quella di Donzelli è la più bella, appassionata e coinvolgente introduzione che abbia mai letto.

  22. 5 out of 5

    Kathrin

    Man muss schon etwas Ausdauer mitbringen. Am Ende haben die ca. 100 Seiten einen Mehrwert. Allerdings eben einen philosophischen. Die Psychologin wäre die Antwort zum Teil anders angegangen.

  23. 4 out of 5

    Helena

    Although I don't agree with his conclusions in this book, his arguments are pretty convincing. Definitively worth reading! Although I don't agree with his conclusions in this book, his arguments are pretty convincing. Definitively worth reading!

  24. 5 out of 5

    Francisco Morel

  25. 5 out of 5

    Tanya

  26. 5 out of 5

    Łukasz M. (Wooky)

  27. 5 out of 5

    Jeet Patel

  28. 5 out of 5

    Chiara Secinaro

  29. 5 out of 5

    JOÃO DAVID

  30. 5 out of 5

    Sean

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